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sábado, 3 de junho de 2017

Pra quem estiver por Camboriú/Santa Catarina/Bra$il



Confira os “Diálogos com o cinema”




CRONOGRAMA ENCONTROS/OFICINAS/OFICINAS – MAIO À NOVEMBRO 2017


OFICINA
DATA
TEMA/OFICINA
MEDIADORES


1


18 de maio

Cinema e Memória - Fanzine

Profª Liliane Brignol



2

22 de junho

Cinema e Gênero -
Produção Literária
Profª Rosana Cuba e

Profª Heloá Barroso Cintra


3



9 de agosto

Cinema e Trabalho
Leitura fílmica

Prof° Fábio Alves dos Santos Dias


4



30 de agosto

Negritude –
Brincadeiras infantis

Profª Maria Aparecida de Souza Ramos


5



21 de setembro

Cine Latino americano e Identidade - Intervenção

Profº Juliano Gonçalves da Silva



6


19 de outubro

História –
Fórum

Profº Rodolfo Augusto de Conto



7

23 de novembro

Diálogos de Cinema
Cultura, Arte e Sociedade
Encerramento – relato de experiências

Profª Andréia Bazzo
e
Profª Eliane Dutra de Armas


Local: Instituto Federal Catarinense - IFC/Campus Camboriu
Horário: 19 horas
 
* EQUIPE EXECUTORA:

Docentes: Profª Andréia Bazzo e Profª Eliane Dutra de Armas
Discentes: Felipe Kaminsky Riffel (IA16) e Filipe C. Engel (IA15)
Mais infos: Profª Eliane Dutra de Armas <eliane.armas@ifc.edu.br>

Ou pelo pagina do projeto: https://www.facebook.com/Di%C3%A1logos-com-Cinema-1384764854953943/?pnref=story

sexta-feira, 2 de junho de 2017

“Quebrando o Feitiço: Uma história de Cineastas Anarquistas, Guerrilhas de Videotape e Ninjas Digitais"

Saiu o primeiro estudo completo sobre a trajetória histórica do vídeoativismo de influências anarquistas desde o final dos anos 1960 até hoje...


Duas tendências predominantes emergem desse videoativismo baseado em movimentos sociais: 1) os processos de direcionamento anarquista cada vez mais estruturam sua produção, distribuição e práticas de exibição e; 2) o vídeo não simplesmente representa ações e eventos coletivos, mas também serve como uma forma de prática ativista em si mesma e sobre si mesma desde o momento de gravação até a mais posterior distribuição e exibiç ão. O vídeo desempenha um papel cada vez mais importante entre os ativistas na cresce nte resistência global contra o capitalismo neoliberal. Como vários teóricos radicais têm apontado, a própria subjetividade torna-se um terreno-chave da luta à medida que o capitalismo a estrutura e a mina de modo crescente através de sites de mídia social, tecnologia de telefones celulares e novos padrões “flexíveis” de vida e trabalho. Como resultado, a produção da mídia alternativa se torna um local central onde novas formas coletivas de subjetividade podem ser criadas para desafiar aspectos do neoliberalismo.

O livro de Chris Robé preenche lacunas históricas trazendo à tona grupos de videoativistas inexplorados como Cascadia Forest Defender, ecovideoativistas de Eugene, Oregon; Mobile Voices, jornalistas latinos que aproveitam a tecnologia de telefones celulares para combater o racismo e o assédio policial em Los Angeles; e Outta Your Backpack Media, jovens indígenas do sudoeste que usam o vídeo para celebrar sua cultura e lutar contra a marginalização. Esse estudo inovador também aprofunda o nosso entendimento de movimentos mais bem pesquisados como o videoativismo AIDS, Paper Tiger Television e Indymedia, situando-os dentro de uma história mais longa e contexto mais amplo de videoativismo radical.

Elogios:

Breaking the Spell, a pesquisa meticulosa de Christopher Robé, traça as raízes do vídeo contemporâneo de influência anarquista e ciberativismo e demonstra claramente as afinidades entre o ethos e a estética antiautoritários de coletivos dos anos 60 e 70 – como Newsreel e Videofreex – e seus descendentes contemporâneos. A perspectiva matizada de Robé permite tanto celebrar como criticar as incursões anarquistas na mídia de guerrilha. Breaking the Spell é um guia inestimável para a paisagem da mídia anarquista contemporânea que será útil tanto para ativistas quanto para estudiosos”.
– Richard Porton, autor de Film and the Anarchist Imagination (Cinema e a Imaginação Anarquista)



Breaking the Spell é uma história altamente legível do ativismo dos EUA contra o capitalismo neoliberal, sob a perspectiva de “Cineastas Anarquistas, Guerrilhas de Videotape e Ninjas Digitais”, o subtítulo do livro. Baseado em noventa entrevistas, leituras cuidadosas de centenas de vídeos e sua própria observação participante, Robé vincula o desenvolvimento de produtores de vídeo mais conhecidos, como Video Freex, Paper Tiger Television, ActUp e Indymedia, com ativistas criadores de mídia entre os principais movimentos de protesto, como a Liga dos Trabalhadores Negros Revolucionários em Detroit, Cascadia Forest Defenders de Oregon, os trabalhadores diurnos de Voces Mobiles/Mobile Voices em Los Angeles, e os jovens indígenas em Out of Your Backpack Media. Sublinhado por tens&o tilde;es significativas de classe, raça/etnia e gênero entre os grupos e os vídeos discutidos, Robé traça as preocupações contínuas com horizontalismo radical na produção de mídia e de organização coletiva contra as instituições estatais e capitalistas. Baseados na teoria marxista autonomista, os perfis demonstram claramente como a produção de mídia se tornou parte integrante de todas as formas de mobilização anticapitalista, bem como da formação de novas subjetividades e culturas coletivas”.
– Dorothy Kidd. Professora e Presidente, Departamento de Estudos de Mídia, Universidade de São Francisco

Breaking the Spell, de Christopher Robé, parte de onde Radical Medias (Mídias Radicais), de John Downing, nos deixou: continuando uma história da mídia norte-americana baseada nos movimentos para incluir a Internet de hoje, memes e outras formas radicalmente acessíveis de mídia digital. No processo, ele preenche muitas lacunas críticas através de um único método que incorpora a pesquisa etnográfica com os ativistas produtores de mídia, generosas leituras estritas de uma variedade de vídeos, as belas palavras de um escritor detalhando a história e o domínio de um teórico político sobre os movimentos anarquistas e simpatizantes desde os anos 1960. Sempre atento às contradições dentro das organizações de esquerda, particularme nte aquelas construídas dentro das lógicas de rede do neoliberalismo, Robé detalha cuidadosamente tanto as repetitivas exclusões de mulheres, pessoas não-brancas, queers, trabalhadores e pessoas do Sul do globo de muitas destas tradições ativistas, enquanto aponta com cuidado para soluções inspiradas por movimentos. Ele demonstra como o confuso ativismo midiático cria um trabalho de vídeo poderoso onde o processo determina o produto, onde subjetividade e coletividade são nutridas e desenvolvidas, e onde a produção e a recepção são elas próprias uma forma de política prefigurativa onde o vídeo não meramente representa mas é o ativismo. Uma grande leitura para estudiosos, ativistas e produtores de mídia, Breaking the Spell trata de perto as difíceis questões do ativismo midiático: o papel da violência, da estética, da alfabetização midiática e do acesso aos movimentos de justiça social e suas mídias”.
– Alexandra Juhasz, ativista midiática e autora de AIDS TV: Identity, Community and Alternative Video (TV AIDS: Identidade, Comunidade e Vídeo Alternativo)

Sobre o autor:
Chris Robé é professor associado em Estudos de Cinema e Mídia na Florida Atlantic University. Ele publicou ensaios sobre mídia radical em revistas como Jump Cut, Rethinking Marxism (Repensando o Marxismo) e Journal of Film and Video (Jornal de Cinema e Vídeo) e escreveu uma monografia intitulada Left of Hollywood: Cinema, Modernism, and the Emergence of U.S. Radical Film Culture (Esquerda de Hollywood: Cinema, Modernismo e a Emergência da Cultura do Filme Radical dos EUA). Ele também é um contribuinte frequente da revista online PopMatters.

Breaking the Spell: A History of Anarchist Filmmakers, Videotape Guerrillas, and Digital Ninjas
Autor: Chris Robé
Editora: PM Press
ISBN: 978-1-62963-233-9
$26.95
pmpress.org
Tradução > Giu

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galho partido
depois da tempestade
caminho de formigas
Alexandre Brito


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quinta-feira, 25 de maio de 2017

Resistências ao extrativismo na América Latina desde Colômbia

[Colômbia] Cine Club Libertário. Ciclo: Resistências ao extrativismo na América Latina

Resistências ao extrativismo na América Latina - aguçando um olhar crítico subvencionado com autonomia para colher liberdade. 

A expropriação histórica dos territórios, águas, alimentos, saberes, plantas e animais em favor da mercantilização é uma constante que se amplia na América Latina faz mais de três décadas, com a implantação do neoliberalismo e o investimento estrangeiro direto das empresas transnacionais. 

Apesar de seus planos de morte, a organização em defesa dos bens comuns floresceu desde perspectivas amplas que aglutinam pessoas, coletivos, movimentos e articulações nas ruas e nas montanhas. 

O Cine Club Libertário, é inaugurado com o ciclo: “Resistências ao extrativismo na América Latina”, com o propósito de ajudar a dimensionar a força dos afetados e a visualizar a dimensão do monstro ao qual nos enfrentamos. Além de aguçar um olhar crítico subvencionado com autonomia para colher liberdade.


> Sexta-feira 19/mai/17h: “La voz del Gualcarque”. Honduras/2015.
> Sexta-feira 26/mai/16h: “Liberación de La Madre Tierra”. Colombia/2015-17
> Sexta-feira 02/jun/16h: Série documentário: “Territorio crudo”. Argentina/2015
> Sexta-feira 09/jun/16h: “IIRSA, la infraestructura de la devastación”. Chile/2016


Fonte: http://elaguijon-klavandoladuda.blogspot.com.br/2017/05/cine-club-libertario-ciclo-resistencias.html

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agência de notícias anarquistas-ana
Fugiu-me da mão
no vento com folhas secas
a carta esperada.
Anibal Beça

quarta-feira, 15 de março de 2017

Festival de Filmes Anarquistas: "Não há necessidade de ser aprovado pela indústria para criar cinema radical!"


canada-convite-a-submissoes-para-o-festival-de-f-1
Convite a submissões:
O Festival de Filmes Anarquistas (FFA) está de volta em seu terceiro ano! Em maio de 2017, o coletivo Insurgent Projections organizará o FFA com o objetivo de promover meios de comunicação independentes radicais e espaços onde as discussões e ideias subversivas possam florescer. Neste ano, o FFA acontecerá durante o segundo fim de semana de maio com várias noites de projeções temáticas. Nos envie seus filmes agora!

Este ano, gostaríamos de incentivar as pessoas de comunidades radicais, pessoas de comunidades indígenas, BIPOCs, mulheres/queer/trans, a produzir filmes sobre temas de interesse para o FFA. Não há necessidade de ser aprovado pela indústria para criar cinema radical!

Se você decidir criar um filme para o FFA e enfrentar desafios técnicos, por favor, sinta-se livre para nos escrever por ajuda: projectionsinsurgees@riseup.net.

Condições de submissão
– Filmes podem ser em francês, inglês ou espanhol ou legendado em uma dessas línguas.
– Por favor, preencha o formulário de submissão: (em breve)
– Priorizaremos filmes copyleft.
– Os filmes submetidos não precisam ter sido feitos ou produzidos por pessoas que os enviaram!

O que é um filme anarquista? Que tipo de filme posso enviar?
Você decide! Aceitaremos ficção e não-ficção, curtas ou filmes completos, amadores ou profissionais que contribuam para o surgimento de ideias subversivas e emancipatórias, seja no conteúdo ou no formato. Não aceitamos nenhum filme promovendo ideias sexistas, racistas, capacitistas, homofóbicas/transfóbicas, ou glorificando o imperialismo, colonialismo e capitalismo

Para enviar um filme:
– Uma cópia numerada ou uma cópia em papel do formulário de submissão.
– Um link para assistir ou fazer o download do filme, incluindo a senha, se necessário, na melhor qualidade disponível.
– E/ou duas cópias em formato DVD enviadas para o endereço no formulário de envio. Certifique-se de que o DVD está claramente identificado com o nome do diretor e o nome do filme.
Contato: projectionsinsurgees@riseup.net
Para enviar uma cópia impressa do filme ou cópia em papel, envie-a para o QPIRG e escreva “FOR INSUGENT PROJECTIONS” no envelope.

GRIP-Concordia
C/o Université Concordia
1455 de Maisonneuve O.
Montréal, Québec H3G 1M8
Canadá

Gostaríamos de informar que não responderemos os e-mails antes de abril, já que somos uma equipe muito pequena de ativistas não remunerados!
Tradução > Moana

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A mãe aflita
diante da incubadora.
Pinguinho de gente.
Gladston Salles


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