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quarta-feira, 29 de julho de 2015

10º Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo


Dez Anos!

O Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo nasceu em 2006, quando respondíamos pela Secretaria de Estado da Cultura. Em sintonia com a Fundação Memorial da América Latina, lançamos sua semente com a proposta de contribuir para a evolução do papel protagonista que a cinematografia da América Latina então experimentava. Tínhamos como foco a troca de informações para possíveis ações conjuntas, no sentido de consolidar e melhor compreender a produção audiovisual da região.

Nesta década de existência que comemoramos agora, o festival lançou mão de muita criatividade para realizar suas edições. Esforço gratificante. Dez anos depois, o evento torna-se referência internacional como espaço de exibição e discussão dos caminhos do audiovisual da América Latina e do Caribe.

Resistência e criatividade também são marcas de nossa atuação na Fundação Memorial da América Latina, iniciada no final de 2012. Uma gestão marcada pela determinação em recuperar o essencial dos sonhos de Darcy Ribeiro e Oscar Niemeyer. E seguir o interesse pela América Latina por parte dos diversos governos do estado de São Paulo, mesmo antes da criação do Memorial (1989), até os dias de hoje. E essa criatividade, aliada à ideia de parcerias, mais do que nunca se faz necessária. O mais recente sucesso dessa conjunção foi, em junho deste ano, o show em homenagem ao cantor Cazuza, que trouxe cerca de 40 mil pessoas para nossa Praça Cívica. Evidência de que o Memorial se afirma como o grande Espaço Público da Cultura Latino-Americana em nosso estado, em nossa cidade, em nosso país.

O Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo também abrilhanta nossa Praça Cívica. Assim como em 2014, nela acontecem projeções, em tenda cuidadosamente aparelhada para tal. Os debates e encontros são realizados na Biblioteca Latino-Americana, enquanto o credenciamento, a convivência e as confraternizações têm lugar na Galeria Marta Traba. Faço aqui um registro especial às diversas parcerias e apoios que muito nos honram, como a Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, a Secretaria Municipal de Cultura, Petrobras, Sabesp, Sesc, Prodesp, Cinemateca Brasileira e Cinusp. A todos, nossos sinceros agradecimentos.

Assim, pelo décimo ano consecutivo, diretores, produtores, acadêmicos e outros profissionais do mercado se unem a cinéfilos apreciadores do cada vez mais elogiado e premiado cinema realizado por toda a nossa querida América Latina. Um ótimo festival a todos!

João Batista de Andrade
Presidente



¡Diez años!

El Festival de Cine Latinoamericano de São Paulo nació en 2006, cuando respondíamos por la Secretaría de Estado de la Cultura. En sintonía con la Fundación Memorial de América Latina, lanzamos su semilla con la propuesta de contribuir con la evolución del papel protagonista que en aquel momento experimentaba la cinematografía de América Latina. Nuestro enfoque era el intercambio de informaciones para posibles acciones conjuntas, en el sentido de consolidar y entender mejor la producción audiovisual de la región.

En esta década de existencia, que ahora conmemorarnos, el festival usó mucha creatividad para realizar sus ediciones. Pero fue un esfuerzo gratificador. Diez años después, el evento pasa a ser referencia internacional como espacio de exhibición y discusión de los caminos del audiovisual de América Latina y del Caribe.

La resistencia y la creatividad también son marcas de nuestra actuación en la Fundación Memorial de América Latina, comenzada a finales de 2012. Una gestión señalada por la determinación de recuperar lo esencial de los sueños de Darcy Ribeiro y de Oscar Niemeyer. Y acompañar el interés en América Latina por parte de los diversos gobiernos del estado de São Paulo, antes incluso de la creación del Memorial (1989) hasta la actualidad. Esa creatividad, unida a la idea de alianzas, se hace necesaria más de lo que lo fue nunca. El más reciente éxito de tal conjunción fue la realización, en junio de este año, del show en homenaje al cantante Cazuza que trajo a casi 40 mil personas a nuestra Plaza Cívica, una evidencia de que el Memorial se afirma como el gran Espacio Público de la Cultura Latinoamericana en nuestro estado, en nuestra ciudad y en nuestro país.

El Festival de Cine Latinoamericano de São Paulo también da brillo a nuestra Plaza Cívica. Así como en 2014, en ella se realizan proyecciones, en una carpa cuidadosamente preparada para esa función. Los debates y encuentros se realizan en la Biblioteca Latinoamericana, mientras que el registro, la convivencia y las confraternizaciones se realizan en la Galería Marta Traba. Quiero hacer una mención especial a las diversas alianzas y apoyos que tanto nos honran, como los que tenemos con la Secretaría de Estado de la Cultura de São Paulo, Secretaría Municipal de Cultura, Petrobras, Sabesp, Sesc, Prodesp, Cinemateca Brasileira y Cinusp. A todos ellos, nuestro sincero agradecimiento.

De tal forma, por el décimo año consecutivo, directores, productores, académicos y otros profesionales del mercado se unen a cinéfilos apreciadores del cada vez más elogiado y premiado cine realizado por toda nuestra querida América Latina. ¡Les deseamos un excelente festival a todos!

João Batista de Andrade
Presidente

+ INFOS: http://www.festlatinosp.com.br/2015/spcine/

Postagens relacionadas: 
http://antrocine.blogspot.com.br/2013/03/cinema-latino-americano-em-movimento.html

terça-feira, 28 de julho de 2015

Dominguinhos Canta e Conta Gonzaga, Wagner Malagrine e Maurício Machado (Brasil, 2012)

 dedicado aos amantes e praticantes do Forró:
O Rei e o Sanfoneiro: Canta Dominguinhos, Conta Gonzaga...


No ano em que diversas homenagens foram produzidas sobre o centenário do Rei do baião, como o filme "Gonzaga de pai para filho" e a exposição "Baixio dos Baixos", não poderíamos deixar de homenagear o  Rei.
O próprio Dominguinhos relembra suas histórias com o Rei do Baião desde o primeiro encontro na infância, passando pelo seu desenvolvimento pessoal e musical ao lado do mestre, até sua consagração como um dos maiores músicos brasileiros.

Mesmo consagrado e reconhecido como um mestre no Brasil, Dominguinhos nunca perdeu seu jeito simples de menino do sertão. Nos presenteando com seu olhar privilegiado sobre o mestre, relembrado ora histórias relevantes do cenário musical ora histórias pessoais do dia a dia vividas com Gonzaga. Entre uma prosa e outra, Dominguinhos reinterpreta de forma única e emocionante grandes sucessos de Luiz Gonzaga.

Este filme presta uma homenagem aos dois grandes sanfoneiros do Brasil que foram unidos de uma forma mágica pelo destino.

Ouçam e vejam como Dominguinhos mesmo sofrendo do câncer que lhe tirou a vida aos 73 anos, em 23 de julho de 2013 (a gente vê na sua expressão já cansada), consegue transmitir muita serenidade, simplicidade e fidelidade às raízes...
Assistam com tempo, com atenção e sem interrupção. 

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Edital 8ª Mostra Luta!


REGULAMENTO

1. Objetivos
A Mostra Luta, que chega a sua oitava edição, tem como objetivo fomentar a exibição e o debate de filmes, trabalhos fotográficos e outras manifestações culturais dentro das lutas sociais e populares, estimular a produção audiovisual, promover a organização, fortalecimento de redes, debates e encontros, além de se constituir enquanto espaço de reivindicação pelo direito à comunicação popular, livre e anticapitalista.
Brasil, ano 2015 – Vivemos tempos difíceis: direitos trabalhistas estão ameaçados com leis que ampliam a terceirização e limitam outras garantias como o seguro-desemprego, junto a um corte amplo de verbas públicas. Grupos de extrema-direita se organizam e pedem a volta da Ditadura Militar. Ao seu lado estão fundamentalistas religiosos e demais fanáticos, dominando palanques, igrejas, ruas e meios de comunicação, atacando sujeitos oprimidos como LGBTs, mulheres, religiões de matrizez africanas entre outros credos. O latifúndio ganha força, passando por cima do meio ambiente e de indígenas, camponeses, quilombolas e outros povos. A polícia bate recordes em assassinatos, exterminando a juventude negra e periférica. No lugar de combater a violência com a garantia de direitos sociais, investe-se em mais punitivismo e proibicionismo, ou seja: cadeia e morte para manter uma fracassada guerra às drogas, redução da maioridade penal para penalizar uma juventude que não tem direito a nada, apenas a permanecer à margem.
Por isso dizemos: “Não Passarão!”. Este é o tema escolhido para este ano,  para expandir esse debate pelas nossas lutas de direito, junto aos movimentos sociais, fortalecendo a discussão na sociedade em que vivemos.
Se de uma sala escura pode surgir uma nova imagem na tela, acreditamos que a necessidade hoje é nos organizarmos para barrarmos estes retrocessos e produzir diferentes campos de resistência, luta e invenção de como produzir a vida e a sociedade. Propomos, desde a primeira versão da Mostra, nos colocar como um espaço de visibilidade aos trabalhos feitos junto às lutas sociais. Além disso, buscamos possibilitar debates e diferentes formas de diálogo e articulação sobre os temas propostos, procurando, também, expandir a programação para outros pontos da cidade de Campinas (sede do evento), convidando esses atores a estarem conosco nessa construção.

Participe da Mostra Luta!, mande seu trabalho! Para fortalecermos estes laços, para conhecermos melhor as diferentes realidades e imagens deste Brasil em luta e  também irmos além de um bloqueio midiático que tenta calar nossas vozes!

2. Inscrições
As inscrições serão recebidas do dia 20 de Junho até o dia 15de Agosto. Os materiais postados após esta data não participarão da seleção.

2.1. Inscrições de filmes
Para participar da seleção de filmes da 8ª Mostra Luta! os interessados deverão:
1) Preencher a Ficha de Inscrição on-line encontrada no link:  Inscrição de Obras Audiovisuais
2) O envio do material deverá ser feito por carta registrada e no campo assunto deverá ser preenchido: “Inscrição – Filmes”. O material consiste em:
- Autorização disponível no link Autorização de Exibição e Divulgação de Obra Audiovisual Autoral, impressa, devidamente preenchida e assinada;
- 2 (duas) cópias em DVD da obra finalizada em alta definição;
- 2 (duas) imagens (artes gráficas?) para divulgação em arquivo *JPEG, *BMP ou *TIFF (no mínimo 150 dpi).
Endereço para envio:
Museu da Imagem e do Som de Campinas
Palácio dos Azulejos
Rua Regente Feijó, 859
13013-051 Campinas / SP.
Telefone: (19) 3733-8800

2.2. Inscrições de trabalhos fotográficos
Para participar da seleção de trabalhos fotográficos e fotografias da 8ª Mostra Luta! os interessados deverão:
1) Preencher a Ficha de Inscrição on-line encontrada no link: Inscrição de Trabalhos Fotográficos
2) Inscrever no máximo 5 (cinco) trabalhos fotográficos por pessoa; produzidos nos últimos 2 anos (2014 e 2015);
3) Nomear os trabalhos fotográficos da seguinte forma: nome artístico, título, local e ano do trabalho (ex: felipeojornalista_manifestaçâo_campinas_2015.jpeg).
4) O envio do material deverá ser feito através do e-mail mostralutafotografia@gmail.com e no campo assunto deverá ser preenchido: “Inscrição – Trabalhos Fotográficos”, ou através de carta registrada, para o Museu da Imagem e do Som de Campinas (MIS). O material consiste em:
- Autorização disponível no link Autorização de utilização de Material Fotográfico Autoral, impressa ou escaneada, devidamente preenchida e assinada;
- Trabalho(s) fotográfico(s) em formato *JPEG em alta resolução (mínimo 300 dpi). No caso de envio pelo correio, deverá ser enviado 2 (duas) cópias em CD com o(s) trabalhos fotográfico(s) em formato *JPEG em alta resolução.
Endereço para envio, no caso da utilizaçao dos correios:
Museu da Imagem e do Som de Campinas
Palácio dos Azulejos
Rua Regente Feijó, 859
13013-051 Campinas / SP.
Telefone: (19) 3733-8800
A inscrição na Mostra é gratuita e, no caso da inscrição de filmes, os interessados podem participar com no máximo 2 trabalhos cada e para cada trabalho deverá ser preenchida uma Ficha de Inscrição e cada mídia de DVD enviada deverá conter apenas um vídeo, devidamente identificado.
Os filmes serão selecionados pela organização da mostra entre produções inscritas e/ou convidadas.
As Fichas de Inscrição que não estiverem assinadas pelo responsável terão seus trabalhos automaticamente desclassificados.

3. Condições para inscrições
3.1. Condições para inscrição de filmes
Serão recebidos filmes:
1. Em curta, média ou longa-metragem; preto e branco ou colorido; ficção ou documentário; produzido nos últimos cinco anos (de 2011 a 2015); não exibidos nas edições anteriores (1ª, 2ª, 3ª, 4ª, 5ª, 6ª, 7ª Mostra Luta!);
2. A realização poderá ser nacional ou estrangeira. Caso o filme seja em língua estrangeira, deverá estar legendado em português;
3. Realizados em qualquer suporte, mas entregues em DVD e em alta definição. Os DVDs não devem conter extras;
4. Com identificação na mídia: título, autor/instituição, ano de produção e duração do trabalho;
5. Com termo autorizando a exibição do filme em outros espaços (final da Ficha de Inscrição), como a Mostra Luta Itinerante!, Cineclube Mostra Luta! além de disponibilização do filme em redes sociais e no site do Coletivo de Comunicadores Populares, após o término da 8ª Mostra Luta!. Toda e qualquer utilização da obra pelo Coletivo de Comunicadores Populares será sem fins lucrativos.
Os trabalhos que não apresentarem as exigências e/ou formato acima descritos serão desclassificados pela organização da mostra.

3.2. Condições para inscrição de fotografias
Serão aceitas fotografias:
1. Coloridas ou em preto e branco, digitais ou analógicas, manipuladas ou não, contanto que estejam de acordo com os requisitos do edital;
2. Em alta resolução (mínimo 300 dpi);
3. Com termo autorizando a utilização das fotografias em outros espaços (final da Ficha de Inscrição), como a Mostra Luta Itinerante!, Cineclube Mostra Luta! além de disponibilização das fotografias em redes sociais e no site do Coletivo de Comunicadores Populares, após o término da 8ª Mostra Luta!. Toda e qualquer utilização da obra pelo Coletivo de Comunicadores Populares será sem fins lucrativos.
Os trabalhos que não apresentarem as exigências e/ou formato acima descritos serão desclassificados pela organização da Mostra.

5. Locais e Datas
A 8ª Mostra Luta! ocorrerá no Museu da Imagem e do Som de Campinas e em outros espaços da cidade, entre os dias 2 e 11 de Outubro.

6. Disposições Gerais
1) Todo o material enviado para inscrição será incorporado ao acervo do MIS e ao acervo do Coletivo de Comunicadores Populares e poderá ser utilizado para fins culturais, não lucrativos ou sem fins lucrativos, em exibições públicas ou projetos que visem democratizar o acesso a bens culturais;
2) Todas as sessões de projeção serão por mídia de DVD;
3) A estrutura de exibição dos filmes e exposição das fotografias ficará a critério da organização  da Mostra e serão definidos e divulgados posteriormente;
4) Os trabalhos selecionados para a 8ª Mostra Luta!, deverão assinar Termo de Autorização para exibição dos filmes em outros espaços, como a Mostra Luta Itinerante!, Cineclube Mostra Luta!, além do site do Coletivo de Comunicadores Populares;
5) A inscrição na 8ª Mostra Luta Campinas implica na aceitação do presente regulamento.
Mais informações ou dúvidas:
Felipe Garcia: (19) 9 9199-0731
Ana Maria:       (19) 9 8432-7269

em Canoa Puebla / México

Coletivo de Comunicadores Populares de Campinas.

domingo, 5 de julho de 2015

CONVOCATÓRIA PARA ENVIO DE FILMES: IV FESTIVAL DO FILME ANARQUISTA E PUNK DE SP





PORTUGUÊS
CONVOCATÓRIA PARA ENVIO DE FILMES: IV FESTIVAL DO FILME ANARQUISTA E PUNK DE SP
A quarta edição do Festival do Filme Anarquista e Punk de São Paulo acontecerá nos dias 4, 5 e 6 de dezembro de 2015 no Tendal da Lapa (Rua Constança, 72 – Lapa). Como nas edições anteriores, serão três dias de atividades com exibição de filmes, debates, oficinas, exposições, sarau e música. Você pode participar inscrevendo seu filme, proposta de oficina, debate ou exposição: é só preencher o formulário (disponível em português, espanhol e inglês) e enviar para que possamos começar um contato direto!
PERÍODO DE INSCRIÇÕES: DE 04 DE JULHO A 05 DE AGOSTO
Aguardamos suas idéias para que possamos construir coletivamente mais este Festival!
>>> FORMULÁRIO:http://anarcopunk.org/festival/?page_id=384
* * *
ENGLISH
IV ANARCHIST AND PUNK FILM FESTIVAL - SÃO PAULO – BRASIL
The fourth edition of the Anarchist and Punk Film Festival – São Paulo – Brasil, will be held on 4, 5 and 6 December 2015 in Tendal da Lapa (Rua Constança, 72 – Lapa). As the previous editions, it will be three days with activities like films, discussions, workshops, expos, poetry and music. You can take part by sending your film, proposal for workshops, discussions or expos: is just fill out the form (available in Portuguese, Spanish and English) and send us, so we can start a direct contact!
We´re waiting your ideas so that we can collectively build more this Festival!
SUBMISSIONS FROM 04 JULY TO 05 AUGUST, 2015
>>> FORM: http://anarcopunk.org/festival/?page_id=387

* * *
ESPAÑOL
IV FESTIVAL DE CINE ANARQUISTA Y PUNK DE SÃO PAULO – BRASIL: CONVOCATORIA DE PRESENTACIÓN DE PELÍCULAS
La cuarta edición del Festival de Cine Anarquista y Punk de São Paulo se celebrará en los días 4, 5 y 6 de diciembre de 2015 en Tendal da Lapa (Calle Constança, 72 – Lapa). Así como en las ediciones anteriores, serán tres dias de actividades con películas, debates, charlas, talleres, exposiciones, poesia y musica. Puedes participar enviandonos tu pelicula, idea para taller, debate o exposición: Sólo hay que rellenar el formulario (disponible en portugués, español e Inglés) y enviarnos para que podamos comenzar un contacto directo!
Aguardamos sus ideas para que, colectivamente, podamos construir más este Festival!
ENVIOS DE 04 DE JULIO HASTA 5 de AGOSTO.
>>> FORMULARIO: http://anarcopunk.org/festival/?page_id=377




quinta-feira, 2 de julho de 2015

Cinema de Autoria Feminina na rede!



Os vídeos do I Colóquio Brasileiro Cinema de Autoria Feminina, realizado na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) em 2014, estão disponíveis no Canal do Documentário e Fronteiras - grupo de pesquisa.

Acesse o link abaixo para assistir:

Palestrantes: Tereza Trautman | Esther Hamburger (USP) | Ramayana Lira (UNISUL) | Ana Maria Veiga (UFSC) | Daiany Dantas (UERN) | Mariana Tavares (UFMG) | Marina Tedesco (UFF) | Luis Alberto Rocha Melo (UFJF) | Maria Claudia Bonadio (UFJF) | Karla Holanda (UFJF)


segunda-feira, 15 de junho de 2015

Û TÕ DÉN TXI KABEL: Aqueles que contam histórias

Lançamento e mesa redonda na UFSC/Yjureré Mirim


via Oficina Audiovisual Laklãnõ Xokleng

Sociedades Indígenas de Santa Catarina no Youtube

Querid@s companheir@s,

informo com satisfação que estão publicados no youtube os vídeos documentários 
 
 
 
 
HERDEIROS DA TEIMOSIA, sobre a Terra Indígena Toldo Pinhal em Seara (SC) 
 
A RETOMADA DO TOLDO IMBÚ - Kaingans na Luta pela Terra em Abelardo Luz (SC)

Produzimos esses vídeos, no contexto de um licenciamento ambiental e, após sua aprovação pelas Comunidades Indígenas e pela FUNAI, já tivemos a oportunidade de divulgá-los em Universidades, Institutos de Educação e Escolas nas regiões onde estão essas áreas indígenas, sempre com a presença de representantes da comunidades indígenas, o que enriqueceu demais a experiência de diálogo entre as diferentes perspectivas históricas. 

Os vídeos foram um pedido dos povos indígenas para terem um material que auxiliasse a divulgar a sua perspectiva a respeito das demarcações de suas terras e de algumas questões culturais, uma vez que não encontram espaço pra fazê-lo nos meios de comunicação regionais. 
Eles foram pensados para uso em sala de aula, no ensino médio e superior.

Espero que apreciem, utilizem e que possam recomendá-los para seus conhecidos.
Abraços,

-- 
Alessandra Schmitt
Antropóloga

terça-feira, 19 de maio de 2015

O que uma Hidroelétrica pode fazer... filmes que caminham: #ParemosesseMonstro


Não deixemos que aconteça novamente Balbina...
Em toda a Amazônia estão previstas a criação de 150 hidrelétricas, das quais 60 delas na Amazônia brasileira. 
A hidrelétrica de Balbina, concebida e construída na ditadura militar (1964-1985) no rio Uatumã (Amazonas), passou a funcionar a partir de 1989. Um bilhão de dólares do dinheiro do contribuinte foi usado para destruir 240 mil hectares de floresta, afogar animais silvestres, alagar terras indígenas e provocar fome e doença entre os ribeirinhos da região. Em troca dessa catástrofe, apenas insignificantes 80 megawatts firmes para Manaus. 

Passados todos estes anos, o modelo energético brasileiro não sofreu nenhuma revisão em todos os governos após a redemocratização do Brasil. O físico José Goldemberg, em depoimento, recomendou que Balbina fosse desativada e mantida como um monumento à insanidade humana. O missionário Egydio Schwade denunciou o desaparecimento de várias aldeias indígenas com a construção da barragem. 

Só a cegueira ideológica não enxerga os impactos socioambientais irreversiveis provocados pelo desenvolvimentismo nacional, em sua nova etapa. Tampouco se aprende com a experiência do passado. Em 1989, o autor desse vídeo, durante um comício em Manaus, entregou uma cópia para o operário que assumiria em 2003 a presidência da república, numa das maiores mobilizações de esperança do povo brasileiro. Mais tarde, o presidente da república faria uma surpreendente declaração ao qualificar os quilombos e os indígenas como um entrave para o desenvolvimento da Amazônia. A antropóloga Manuela Carneiro da Cunha manifestou sua perplexidade nas páginas da Revista de História da Biblioteca Nacional. 

Não apenas os compromissos assumidos com a causa indígena estavam sendo rasgados. Esvaia-se, também, a esperança dos povos da floresta. 

Silenciar sobre a desastrada política energética brasileira é um crime de lesa-humanidade. A presente edição é dedicada à memória do bispo D. Jorge Marskell, de quando a Igreja Católica estava comprometida com a Teologia da Libertação. Salve Jorge!
por Telma Monteiro

Nota do blog: Aviso aos navegantes que o vídeo "Balbina no País da Impunidade" brevemente estará no YouTube. Graças à professora Edneia Mascarenhas Dias, Pro-Reitora de Graduação da Universidade do Estado do Amazonas, que me presenteou com uma cópia em DVD, finalmente poderei socializar as imagens de uma obra que faz jus à sandice do capitalismo desvairado. Quando realizei esse "documentário de urgência" em 1989, a mídia da época resumia-se ao VHS, material que se deteriora com o tempo, principalmente pela ação de fungos. Vendi uma mísera dúzia de cópias, mal paguei o microfone comprado para registro das entrevistas durante a viagem até o local da barragem, patrocinada pela Associação dos Servidores do INPA - ASSINPA. Trinta outras cópias foram feitas para a CPT e o Movimento contras as Barragens; a minha sumiu no tempo. É possível que a Universidade Federal da Bahia tenha uma cópia, pois o vídeo participou da Mostra de Cinema e Vídeo sobre Meio Ambiente, realizado por aquela universidade. A extinta Associação Brasileira de Vídeo Popular possuia no seu acervo oito horas da filmagem que fiz no rio Uatumã, inclusive a entrevista com o missionário Egydio Schwade. Soube que no catálogo da ABVP havia um certo vídeo sobre Balbina. Espero, ao menos, que tenham me concedido o crédito. Minha profunda gratidão à professora Edineia. Aguarde! Brevemente na tela do seu computador. fonte
Passados 24 anos desde a construção da usina de Balbina, permanecem as discussões sobre como minimizar os danos culturais, sociais e ambientais da empreitada...

segunda-feira, 18 de maio de 2015

O TRABALHO NA TELA: MEMÓRIAS E IDENTIDADES SOCIAIS ATRAVÉS DO CINEMA

Cena de Febre de Rato, Cláudio Assis (Brasil, 2011)

CALL FOR PAPER

O trabalho nas sociedades contemporâneas tem vindo a sofrer, desde o início do século XX, processos vários de mudança que, com o contexto atual de crise econômica e emprego, exigem equacionar a estruturação das identidades que sobre o trabalho se constroem e modificam.

Durante este período, o cinema tem sido um veículo privilegiado na criação e disseminação de representações do trabalho, e como tal, na formação de memórias sociais. Tem constituído um canal privilegiado na construção de narrativas de memórias de trabalho, contribuindo para a formação, reprodução e reconfiguração de identidades sociais.

Este seminário internacional e multidisciplinar tem como objetivo reunir e discutir contribuições que analisem os processos envolvidos na formação de identidades sociais e suas representações através do cinema. O seminário explorará como o cinema e as práticas cinematográficas – a produção, realização e usos dos filmes – têm contribuído para a formação de memórias sociais sobre o trabalho.

O seminário aceita comunicações que analisem as principais continuidades e descontinuidades presentes nas narrativas de memórias do trabalho, desde o início do século XX até ao presente, com base na análise de filmes ou de um corpo de filmes (tanto ficções como documentários), e sua recepção. Encorajamos abordagens interdisciplinares, teórica e metodologicamente inovadoras, bem como propostas que pretendam incorporar material visual nas suas apresentações.

Os tópicos incluem, mas não se limitam a:
Cinema e trabalho (por exemplo, filmes sobre a classe operária, militantes, educativos, de encomenda);
Identidades sociais e cinema (documentário, ficção, etc.);
Memórias sociais sobre o trabalho;
Usos e contextos de receção dos filmes;
Cinema utilitário
Industrialização e desindustrialização no cinema;
Abordagens de gênero;
Espaços de trabalho;
Técnicas, conhecimento e aprendizagem.

Aceitam-se propostas em português, inglês e espanhol.
Comissão organizadora

Prazo para as propostas: 30 de Junho 2015
Contacto: workscies@gmail.com

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Que a terra lhe seja leve!

Gilberto Santeiro

Atividade: 
Montador
Montador, cinéfilo e estudioso da história do cinema, foi diretor da Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro desde 1997. Nascido no Rio, em 1946, começou na edição como assistente de Eduardo Escorel e Mair Tavares. Em 1968, dirigiu o curta-metragem Cordiais saudações, sobre o compositor Noel Rosa, e nos anos seguintes fez, entre outras, as montagens de A sagrada família (1970), de Sílvio Lana, Uirá, um índio em busca de Deus (1972), de Gustavo Dahl, O pica-pau amarelo (1973), de Geraldo Sarno, Lição de amor (1975), de Eduardo Escorel, e Morte e vida severina (1976), de Zelito Viana. Em 1981, montou Engraçadinha, de Haroldo Marinho Barbosa e, no ano seguinte, O bom burguês, de Oswaldo Caldeira. Em 1985, fez As sete vampiras, de Ivan Cardoso, e Avaeté, semente de vingança, de Zelito Viana. No fim dos anos 80, montou Dias melhores virão (1989), de Carlos Diegues. Na década de 90, editou O fio da memória (1991), de Eduardo Coutinho, O escorpião escarlate (1991), de Ivan Cardoso, O mandarim (1996), de Júlio Bressane, prêmio de montagem no Festival de Brasília, Policarpo Quaresma, herói do Brasil (1998), de Paulo Thiago, e A terceira morte de Joaquim Bolívar (1999), de Flavio Cândido. Fez a edição do longa póstumo de Sérgio de Assis Brasil Manhã transfigurada, lançado em 2008. Faleceu em maio de 2015. Perda irreparável pro nosso Cinema e cultura...



quarta-feira, 13 de maio de 2015

5º Festival de Cinema Anarquista de Barcelona, de 14 a 16 de maio


espanha-5o-festival-de-cinema-an-1A p r e s e n t a ç ã o:
Vamos tarde. Vamos mais tarde que nunca apresentando o Festival, mas temos desculpa.
Esta semana de festividades religiosas estivemos muito entretidxs: mudar os ovos das Monas por ovos de pintura, profanar cerimônias litúrgicas vestidas de bruxas, aproveitar a tradição de não comer carne pela expansão do discurso antiespecista, reciclar os ramos de Páscoa para construir cabanas e, finalmente, apostar pelo reflorestamento rural…

A tudo isso se soma o último golpe repressivo que vivemos. O Estado castigou pela segunda vez em três meses diversas pessoas que dão vida ao pensamento e a prática libertária. Mas este grave acontecimento não só nos provoca raiva, nos sufoca, senão que nos reafirma mais intensamente que nunca.

Assim, pois, consideramos que o Festival de Cinema Anarquista de Barcelona impele um importante papel na parte incriminatória do juiz Velasco sobre a suposta “captação de novos militantes mediante o doutrinamento”. É evidente. Por que senão matar-nos a mexer a rede de cima abaixo, fazer malabares para meter toda a programação nas horas marcadas, gerar debates intermináveis sobre se incluir filmes “comerciais” e passarmos dias encerradas traduzindo os clips para o esperanto?

Nossa Semana Santa será uma Semana Trágica. Colocaremos fogo a todo o sagrado. Ao veneno do imposto e não-sentido. Para nós só são sagradas duas coisas. Só entendemos destas duas paixões. O cinema e a liberdade.

Agora sim, Deus morreu.

Nós não, e não vamos parar.

A todas as presas e seu entorno, força e determinação, queremos-lhes entre nós.

Vídeo promocional:
https://vimeo.com/125638448

Mais infos (local, programação…):
http://fcab.tk/
agência de notícias anarquistas-ana
Chuva cai lá fora
No batuque das goteiras.
Eu durmo tranqüilo.
Natacha Lemes Batistão

Povos Indígenas: Conhecer para valorizar (Marcia Derralk, Brasil, 2011)






quinta-feira, 7 de maio de 2015

3ª Mostra Anarquista de Cinema de Valencia

espanha-3a-mostra-anarquista-de-1“Cinema é só cinema, a vida é outra coisa”


Filmes, documentários e um jeito de olhar para eles de forma diferente do que o habitual. Isso é o que você poderá encontrar na 3ª Mostra Anarquista de Cinema, somente isso.

A Mostra acontecerá nos dias 8, 9 e 10 de maio, na Iniciativa Dàhlia.

Iremos abordar o constante problema da coisificação das mulheres na telona, vamos discutir essa realidade que manipula nossas mentes e articula as relações sociais baseadas em premissas falsas orientadas para a discriminação, o controle social e o consumismo.

A educação também terá o seu lugar na Mostra, para tentar encontrar ferramentas e desenhar pontes que nos aproximem de formas mais sinceras e livres de relação entre as pessoas pequenas e grandes.

O surrealismo, a ficção científica e a violência em um convite para divagar sobre as implicações do presente-futuro e do passado, a natureza humana e a sombra do lobo pairando sobre ela.
Tudo o que será projetado está disponível on-line, aqui apenas compartilharemos o tempo e observaremos juntxs desde diferentes ângulos os padrões para tentar entender o que brota da tela e como nós interpretamos.

É uma maratona, haverá exibição de filmes, debates sobre o que será projetado e assim os três dias. Então, se você tem uma cadeira dobrável confortável, não hesite, traga que você vai precisar.

Se você quiser participar não necessita trazer óculos 3D, seguimos tecnologicamente amarrados no passado recente, ainda não chegamos à última atualização.

Haverá pipocas digitais.

Todas as informações sobre o evento no blog: mostracinemavalencia.noblogs.org


Para quem não esteve no Festival do Filme Anarquista e Punk de São Paulo no ano passado, segue o curta realizado pela Biblioteca Terra Livre em homenagem aos 200 anos de Mikhail Bakunin.



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via:
cantam os pássaros
aqui e ali; deito na rede
e começo a roncar
Rafael Noris

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quarta-feira, 6 de maio de 2015

DESFAZENDO GÊNERO ATÉ O DIA 10 DE MAIO, CORRAM!

FORAM PRORROGADAS AS INSCRIÇÕES DE TRABALHOS NOS SIMPÓSIOS DO “SEMINÁRIO INTERNACIONAL DESFAZENDO GÊNERO” ATÉ O DIA 10 DE MAIO
Até 10 de maio de 2015, pesquisadores podem submeter resumos expandidos de trabalhos a serem apresentados nos 78 simpósios temáticos do II Seminário Internacional Desfazendo Gênero. Além disso, será possível enviar propostas de pôsteres, inscrever-se e uma das 25 oficinas e 24 minicursos, que possuem vagas limitadas. Tudo deve ser feito pelo site do evento (http://www.desfazendogenero.ufba.br/). No site também é possível conferir a programação completa do seminário, que será realizado de 4 a 7 de setembro de 2015, na Universidade Federal da Bahia, e contará com a conferência de abertura de Judith Butler.

 
SIMPÓSIO TEMÁTICO 36 - Gênero e Cinema: entre narrativas, políticas e poéticas. Coordenação: Marcos Aurélio da Silva (INCT Brasil Plural/PPGAS/UFMT), Paula Alves de Almeida (ENCE/IBGE) e Luiz Gustavo Pereira de Souza Correia (PPGAS/UFS)
RESUMO DA PROPOSTA: O simpósio pretende reunir pesquisadores e pesquisadoras que estudam as questões de gênero a partir de um olhar sobre o cinema, bem como aqueles que investigam a linguagem e a produção cinematográficas, a partir do campo das relações de gênero. Quais os lugares dos gêneros nos discursos cinematográficos? Como as sexualidades são apropriadas e negociadas nas produções cinematográficas? Se o cinema é um espaço de construção, crítica e reprodução, como o feminino e o masculino se posicionam e como são posicionados? Como são projetadas as sexualidades não hegemônicas em produções comerciais e independentes? Os estudos de cinema e a crítica feminista têm se colocado, desde os anos 70, diversas perguntas sobre o lugar da narrativa fílmica na constituição dos olhares sobre os gêneros e, mais recentemente, o discurso fílmico tem sido apropriado como forma de contestação e problematização dos discursos que buscam normatizar e domesticar as sexualidades. Este simpósio reunirá reflexões que tenham como eixo norteador as linguagens cinematográficas comerciais, independentes, alternativas, ficcionais e/ou documentais, como produtoras de significados que não apenas refletem as relações de gênero e sexualidade, mas que também constituem essas relações em processos contemporâneos de subjetivação. Se o cinema porta um discurso sobre as socialidades humanas, performando críticas, questionamentos, dúvidas e afirmando verdades, esse simpósio pretende reunir trabalhos que permitam entender o cinema como um espaço habitável por esses sujeitos que se constituem e são constituídos na linguagem cinematográfica. Também buscamos trabalhos que enfoquem produções audiovisuais, coletivos e/ou diretores, produtores e outros artistas que se utilizam da linguagem cinematográfica para desfazer ou desconstruir o gênero, oferecendo novos olhares para o cinema e para os sujeitos dessas produções. Quais são os desafios apresentados à teoria do cinema, aos estudos de gênero e sexualidade e às ciências humanas por novas cinematografias e pelos usos do cinema nas movimentações políticas e sociais?

segunda-feira, 27 de abril de 2015

25 filmes indígenas diferentes

 Conheça diferentes mundos indígenas...

"26 de Abril de 2015
A Equipe da Rádio Yandê reuniu uma lista com 25 documentários sobre diferentes culturas indígenas, realidades e conflitos

1 - Huicholes: The Last Peyote Guardians, 2014.

Produção e Direção: Hernán Vilchez - Produção: Paola Stefani - Direção de Fotografia: José Andrés Solórzano

Um documentário sobre o Povo Huichol, autodenominam-se Wixárika no México, conhecidos como guardiões do Peyote. Eles lutam em defesa do território sagrado e medicina ancestral que estão ameaçados por empresas de mineração.


2 - Le peuple invisible, 2007.

O Povo Invisível é um documentário de Richard Desjardins e Robert Monderie. É sobre o povo Algonquin no Canadá. Revela como a harmonia em que viviam foi quebrada com a chegada dos europeus no século 16, mudanças no modo de vida tradicional, miséria e invisibilidade nos dias atuais.


3 - Republica Guarani, 1981.

Importante documentário de Sylvio Back, sobre evangelização e mudanças radicais na vida dos indígenas do Povo Guarani. 

4 - Vale dos Esquecidos,2012.
Direção: Maria Raduan. Duração: 72min.

Esse documentário se passa na região do Mato Grosso,  ele fala sobre disputas de terra, conflitos com posseiros, grileiros, indígenas, fazendeiros, invasão de terras indígenas.



5 - VIDA KAINGANG, 2014.

A vida de indígenas da etnia Kaingang da Terra Indígena do Apucaraninha, na divisa entre os municípios de Londrina e Tamarana, no norte do Paraná. Direção: Nelson Akira Ishikawa. Fotografia: Luiz Carlos S. Monobi


5 - Presente dos Antigos, 2009.

O documentário sobre o Povo Xacriabá em Minas Gerais, depois de muitos conflitos por posse de terra, a busca pelo resgate das práticas tradicionais e beleza de seus grafismos.


Direção:

Ranison Xacriabá e José dos Reis Xacriabá

Coordenação das oficinas:

Rafael Fares e Pedro Portella




6 - Terra dos índios, 1978.

Interessante documentário do cineasta Zelito Vianna sobre conflitos de terra. Depoimentos raríssimos do líder guarani, Marçal de Souza Tupã e outras liderança.


7 -  Índio Cidadão ?, 2014.

O diretor Rodrigo Siqueira, mostra neste documentário as lutas do movimento indígena brasileiro, da constituinte (1987/88) até os dias atuais, com depoimentos de importantes lideranças que fizeram e fazem parte do processo de conquista dos direitos indígenas.
 


8 - 500 Almas, 2004.

Dirigido por Joel Pizzini, produzido pela Mixer e distribuído pela RioFilmes. Um olhar poético sobre os indígenas do Povo Guató, que chegaram a ser dado como extintos nos anos 60.  O assassinato do líder Celso Guató, em 1982, na luta pela demarcação na Ilha Ínsua, fronteira com a Bolívia. Uma  forte crítica à violência do processo de colonização. O encontro de indígenas Guató no Mato Grosso do Sul e outros momentos marcante na história do povo.


9 - Do Bugre ao Terena, 2012.

Dirigido por Aline Espíndola e Cristiano Navarro.
Produzido com o apoio do Edital de Apoio à Produção de Documentários Etnográficos sobre o Patrimônio Cultural Imaterial (Etnodoc). Mostra a realidade de indígenas Terena em contexto urbano, o cotidiano de preconceitos e conquistas.


10 - La pequeña semilla en el asfalto, 2009.

Direção:Pedro Daniel Lopez. Mostra como Dolores Santiz, Pascuala Díaz, Floriano Enrique "Ronyk" e Flavio Jiménez, e os diferentes grupos étnicos em Chiapas no México, deixam a comunidade onde nasceram e vão para a cidade. Os conflitos, busca pelo reconhecimento étnico e novas identidades.


13 - Ditso?wo? Tsiri?k - El camino de la semilla, 2012.

A jornada de um povo que resistiu na conquista espanhola, a luta para provar que suas histórias não são mitos, mas a história viva de sua gente.Depoimentos de quatro indígenas Bribri-Cabecares da Costa Rica sobre a resistência em Talamanca.

14 - Índios Munduruku: Tecendo a Resistência, 2014.

Dirigido por Nayana Fernandez. O documentário sobre a vida em uma aldeia do Povo Munduruku, resistência e articulação contra as barragens hidrelétricas em seu território sagrado...


15 -  Indígenas Digitais, 2010.

Dirigido por Sebastian Gerlic. Documentário sobre inclusão digital indígena que retrata a apropriação que os indígenas fazem das tecnologias, tornando-se e“ciberativistas” e “etnojornalistas” das próprias realidades.

16 - Documentário sobre a música do Povo Kariri Xocó, 2009.

Gravado em Porto Real do Colégio, Alagoas, Brasil. Produzido pelo grupo A Barca e Olhar Imaginário. Dirigido por Edu Garcia.



17-  Borum-Krenak, 2013.

Dirigido por Adriana Jacobsen. Fala da  história desconhecida do Povo Krenak em Minas Gerais que sobreviveu à Vale do Rio Doce. Grupos nômades, que se autodenominavam “borum” (o ser), passaram a ser chamados de “botocudos” pelos portugueses.

18 - Kangwaa? - Cantando para Nhanderú,

Direção: Felipe Scapino e Toninho Macedo. Sobre música e vida de indígenas do tronco tupi-guarani das aldeias Bananal, Nhamandu Mirim e Piaçaguera do Litoral Sul e São Paulo.


19 - CANELA RAMKOKAMEKRA – A ARTE DO MITO, 2002.

Um documentário do antropólogo e professor Rafael Pessoa São Paio - IN MEMORIAM
O documentário feito na aldeia Escalvado, dos indígenas Canela, retrata o cotidiano, suas atividades domésticas, seus rituais e história do contato.


20 - Tupinambá - O Retorno da Terra, 2015.

Documentário de Daniela Fernandes Alarcon, sobre a luta do povo indígena Tupinambá, que habita o sul da Bahia (Brasil), retomadas, cultura e conflitos.

21 - Estratégia Xavante, 2007.

Dirigido por Belisario Franca. O documentário narra a estratégia de um cacique Xavante, que em 1973, propôs o envio de oito meninos para serem criados por famílias não indígenas na cidade de Ribeirão Preto, em São Paulo. Conhecendo a cultura do inimigo para melhor combatê-lo e, consequentemente, preservar a autonomia do povo.


22 - Xukuru Ororubá, 2008.

Dirigido por Marcilia Barros. Mostra o processo de luta e resistência de um povo guerreiro, o povo Xukuru.


23  - Mbaraká – A palavra que age

Sobre os cantos dos Guarani Kaiowá e sua relação com a luta pela terra. Documentário de Edgar Cunha, Gianni Puzzo e Spency Pimentel. Produtora Anthares Multimeios: www.antharesmultimeios.com



24 - Promessa Pankararu, 2009.

Produzido pela Associação SOS Comunidade Indígena Pankararu (São Paulo). Diretores: Marcos Alexandre dos Santos Albuquerque & Maria das Dores Conceição Pereira do Pardo. Sobre cultura e religiosidade do Povo Pankararu. 


25 - Karai Ha'egui Kunhã Karai 'ete, 2014.

Dirigido pelo indígena do povo Nhandeva Alberto Alvares. Em homenagem os anciãos indígenas Alcindo Moreira e Rosa Moreira. (já divulgado por aqui em:  Cineasta indígena lança filme sobre tradições culturais )

Redação Yandê"

Apache scout. 1885. Photo by Buehman & Co. Tuscon, Arizona.