Está acabando o prazo para o envio de trabalhos
para o Seminário "Fazendo Gênero 10".
Os resumos poderão ser submetidos até o dia 20 de março! Estaremos presentes no seminário com o Sempósio Temático "Gênero e cinema: entre narrativas, políticas e poéticas".Inscrevam-se!Mais informações no site: http://www.fazendogenero.ufsc.br/10/site/capaST 052. Gênero e Cinema:entre narrativas, políticas e poéticasCoordenadoras/es: DEBORA BREDER BARRETO (Pós-doutorando(a) - Universidade Federal de Minas Gerais), MARCOS AURÉLIO DA SILVA (Pós-doutorando(a) - Universidade Federal de Santa Catarina)Resumo: O simpósio pretende reunir pesquisadores e pesquisadoras que estudam as questões de gênero a partir de um olhar sobre o cinema, bem como aqueles que investigam a linguagem e a produção cinematográficas, a partir do campo das relações de gênero. Quais os lugares dos gêneros nos discursos cinematográficos? Como as sexualidades são apropriadas e negociadas nas produções cinematográficas? Se o cinema é um espaço de construção, crítica e reprodução, como a feminino e o masculino se posicionam e como são posicionados? Como são projetadas as sexualidades não hegemônicas em produções comerciais e independentes? Os estudos de cinema e a crítica feminista têm se colocado, desde os anos 70, diversas perguntas sobre o lugar da narrativa fílmica na constituição dos olhares sobre os gêneros e, mais recentemente, o discurso fílmico tem sido apropriado como forma de contestação e problematização dos discursos que buscam normatizar e domesticar as sexualidades. Este simpósio reunirá reflexões que tenham como eixo norteador as linguagens cinematográficas comerciais, independentes, alternativas, ficcionais e/ou documentais, como produtoras de significados que não apenas refletem as relações de gênero e sexualidade, mas que também constituem essas relações em processos contemporâneos de subjetivação. Se o cinema porta um discurso sobre as socialidades humanas, performando críticas, questionamentos, dúvidas e afirmando verdades, esse simpósio pretende reunir trabalhos que permitam entender o cinema como um espaço habitável por esses sujeitos que se constituem e são constituídos na linguagem cinematográfica.Postagem relacionada: |
Pretende reunir pesquisadores que estudam as múltiplas relações entre Antropologia & Cinema. Em um mundo cada vez mais constituído por fluxos e contrafluxos de narrativas audiovisuais, propõe-se não apenas discutir os enunciados antropológicos de um cinema etnográfico ou de uma antropologia fílmica, mas também o desafio enfrentado pelos antropólogos de empreender uma Antropologia do Cinema.
Participe / Participate
Participe enviando contribuições (filmes, textos, links, dicas, etc ...) para antrocine@gmail.com
Send contributions to antrocine@gmail.com
terça-feira, 12 de março de 2013
segunda-feira, 11 de março de 2013
7ª Muestra de Cine + Video Indígena 2013
7ª muestra de cine + video indígena
Junio 2013
CONVOCATORIA
Convocatória aberta para
filmes e animações que contenham temáticas sobre os povos originários no Chile, América
Latina e Mundo. / Convocatória aberta para
filmes e animações que contenham temática sobre os povos originários de Chile, América
Latina e do mundo.
La Cineteca Nacional de Chile del Centro Cultural la Moneda a través de la y EL Museo Chileno de Arte Precolombino invitan a participar en la 7ª Muestra de Cine + Video Indígena a realizarse en Santiago de Chile en el mes de Junio de 2013.
La muestra tendrá cuatro secciones de exhibiciones:
- “Selección 7ª Muestra de Cine + Video Indígena”, integrada por obras en cine o video realizadas en los últimos 2 años ( 1 enero 2010 a la fecha), las que serán seleccionadas por un comité de especialistas y cuyas obras serán programadas en la Cineteca Nacional de Chile y serán parte de las itinerancias programadas en 2013.
- “Muestra de festivales y archivos”, compuesta por una selección de obras del Festival de Cine y Video Indígena del Museo Nacional del Indígena Americano de NY; Del archivo audiovisual UNESCO con sede en La Habana y una selección de obras ganadoras de Festivales CLACPI con materiales del mundo sobre temáticas de pueblos originarios.
- “Memoria audiovisual de pueblos indígenas”, una selección de cine y video, dedicada este año al pueblo Mapuche, muestra que presentara un conjunto de obras realizadas por y sobre el pueblo Mapuche en todos los rincones del mundo.
- “Retrospectiva” Sección homenaje y reconocimiento a un joven y prolífico creador audiovisual: Francisco Huaichaqueo, donde serán exhibidos sus trabajos de temáticas indígenas.
El equipo organizador de la 7ª Muestra de Cine + Video Indígena tiene mucho gusto en invitarles a colaborar con esta iniciativa de promoción de la creación de cine y video indígena, y los instamos a enviarnos sus producciones a esta muestra anual en Santiago de Chile.
Esperamos confiadamente que esta propuesta sea de su interés y nos comuniquen mediante correo electrónico o carta, su intención de enviarnos sus trabajos y permitirnos la exhibición para esta muestra cinematográfica de los pueblos originarios, enviándonos junto a la ficha técnica, fotos y material de difusión de realizaciones con subtitulo en español.
Las obras que conformen esta muestra 2013, quedaran incorporadas al archivo de la Cineteca Nacional, por lo que las copias del material audiovisual participantes e invitadas, no serán devueltas. Se solicitara la autorización de cada realizador, para exhibiciones posteriores a la 7ª Muestra de Cine + Video Indígena 2013. La sola aceptación y el envío de material, implica la aprobación de este ítem.
La 7ª Muestra considera presentaciones adicionales en otras comunas de Santiago y otras ciudades del país, debido al gran interés que esta actividad ha suscitado en sus ediciones anteriores y la falta de oportunidades de acceder a estas obras en el interior de Chile. Por lo que le solicitamos completar el formulario con su autorización para la exhibición de su obra durante la extensión de la Muestra.
Solicitamos, para una oportuna programación enviarnos la ficha de inscripción de obras y las autorizaciones correspondientes por e-mail hasta el 29 de abril a la dirección muestraindigena@gmail.com .
Agradeceremos hacernos llegar sus trabajos audiovisuales hasta el 3 de mayo 2013 a la dirección: Cineteca Nacional; Plaza de la Ciudadanía 26, piso -2, Centro Cultural Palacio La Moneda, Santiago, Chile.
Apertura convocatoria: 11 de marzo 2013
Cierre de convocatoria: 29 abril 2013
+ INFOS : http://muestraindigena.blogspot.com.br/
E também no face:
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Aproveitem e enviem seus trabalhos até 19 de abril
A décima edição do Femina – Festival Internacional de Cinema Feminino acontecerá de 16 a 28 de julho de 2013, na CAIXA Cultural do Rio de Janeiro. As inscrições foram prorrogadas até 19 de abril, aguardamos seus trabalhos!
"O nível de empoderamento das mulheres e o desempenho pleno de seus direitos fazem parte, juntamente com outros aspectos, de uma série de medidores do desenvolvimento de regiões ou países, de forma que a igualdade de direitos entre homens e mulheres é reconhecidamente fundamental para o desenvolvimento de toda a sociedade. Expandindo-se os significados de feminino e masculino para além das diferenças sexuais e a noção de gênero para além das desigualdades binárias, podemos entender que uma sociedade onde estejam assegurados direitos legais e civis a todos os cidadãos e, mais importante, a prática desses direitos, é sem dúvida uma sociedade melhor para todos os indivíduos e não apenas para grupos sociais definidos, como muitas vezes a intolerância e a violência nos quer fazer acreditar.
Os meios de comunicação têm papel fundamental nesse processo. As imagens produzidas, reafirmadas e divulgadas de homens e mulheres contribuem para determinar os papeis que homens e mulheres terão a desempenhar na família, no trabalho, na política, etc. E, ao contrário, a quebra de rótulos e a divulgação de imagens positivas e diversificadas dos diferentes grupos sociais e gêneros contribui para a igualdade no desempenho pleno dos direitos e das práticas seja na educação, na família, no mundo do trabalho, na política, no acesso aos meios de produção, etc.
Os eventos culturais e cinematográficos, além de promover os filmes e produtos culturais que abordam e defendem práticas mais igualitárias e justas, também estimulam a produção de, cada vez mais, produtos com estas temáticas, o surgimento de novos produtores e diretores e/ou a continuidade em suas carreiras, e o debate em torno de tais questões, levando temáticas como igualdade de direitos civis, direitos humanos, sexualidades, combate à intolerância e violência, representação dos corpos pelo audiovisual, etc. ao público e mídia.
Falar e reconhecer desigualdades já é praticar a promoção da igualdade, e fomentar a diversidade".
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http://www.antrocine.blogspot.com.br/2013/03/cinema-feminino-entre-portugal-e.html
domingo, 10 de março de 2013
Cinema Feminino entre Portugal e Alemanha
Em Lisboa!
A propósito do Dia Internacional da Mulher e no âmbito do seu 50° aniversário, o Goethe-Institut apresenta o ciclo Cinema no Feminino.
Cada uma das últimas cinco décadas estará representada por um filme de realizadoras alemãs pouco conhecidas em Portugal. O ciclo arranca com obras de três pioneiras do cinema feminino alemão, Ula Stöckl, Helke Sander e Jutta Brückner.
Em Neun Leben hat die Katze, (O Gato tem nove vidas, 1968), Ula Stöckl mostra como cinco mulheres aproveitam a sua "nova liberdade" para se tornarem independentes.
A realizadora Helke Sander é a protagonista do seu filme Die allseitig reduzierte Persönlichkeit (A personalidade reduzida por completo, 1977), no qual a fotógrafa e mãe solteira Edda faz um grande esforço para equilibrar a sua vida pessoal e profissional. Em Hungerjahre. In einem reichen Land (Anos de Fome. Num pais rico, 1980), de cariz autobiográfico, Jutta Brückner retrata três anos da vida da jovem Ursula numa Alemanha dos anos 50 em pleno milagre económico. Carolina Link (Óscar para Melhor Filme Estrangeiro em 2003) conta em Jenseits der Stille (Para além do Silêncio, 1996) a história de Lara, filha de um casal surdo-mudo que não desiste do seu talento musical, mesmo correndo o risco de se afastar do seu pai.
De Valeska Grisebach, realizadora pertencente à "Nova Escola de Berlim" será exibido, Sehnsucht (Saudade, 2006), que acompanha o dilema de Markus, que apesar de ter um casamento feliz se apaixona por outra mulher. Por fim, será exibido Die Fremde (A Estrangeira, 2010), prémio LUX 2010, onde Feo Aladag narra a história de Umay que, vítima de maus-tratos, foge do seu marido mas não encontra o apoio familiar que procura.
O ciclo termina com a mesa-redonda Cinema no Feminino – Ponto da Situação, que terá lugar no Sábado, dia 16 de Março às 16h30, na qual cineastas portuguesas e alemãs irão reflectir sobre o cinema feminino na Alemanha e em Portugal.
As convidadas são Jutta Brückner (realizadora) Teresa Villaverde (realizadora), Christine Reeh (produtora/realizadora), Cíntia Gil (doclisboa) e Kaya de Wolff (Universidade Lüneburg).
A mesa-redonda será moderada por Anabela Campos (Jornal Expresso)
Cinema no Feminino &
Mesa-Redonda "Cinema no Feminino - Ponto da Situação"
11 a 16 de Março de 2013
Goethe-Institut
11 a 16 de Março de 2013
Goethe-Institut
Entrada Livre
A propósito do Dia Internacional da Mulher e no âmbito do seu 50° aniversário, o Goethe-Institut apresenta o ciclo Cinema no Feminino.
Cada uma das últimas cinco décadas estará representada por um filme de realizadoras alemãs pouco conhecidas em Portugal. O ciclo arranca com obras de três pioneiras do cinema feminino alemão, Ula Stöckl, Helke Sander e Jutta Brückner.
Em Neun Leben hat die Katze, (O Gato tem nove vidas, 1968), Ula Stöckl mostra como cinco mulheres aproveitam a sua "nova liberdade" para se tornarem independentes.
A realizadora Helke Sander é a protagonista do seu filme Die allseitig reduzierte Persönlichkeit (A personalidade reduzida por completo, 1977), no qual a fotógrafa e mãe solteira Edda faz um grande esforço para equilibrar a sua vida pessoal e profissional. Em Hungerjahre. In einem reichen Land (Anos de Fome. Num pais rico, 1980), de cariz autobiográfico, Jutta Brückner retrata três anos da vida da jovem Ursula numa Alemanha dos anos 50 em pleno milagre económico. Carolina Link (Óscar para Melhor Filme Estrangeiro em 2003) conta em Jenseits der Stille (Para além do Silêncio, 1996) a história de Lara, filha de um casal surdo-mudo que não desiste do seu talento musical, mesmo correndo o risco de se afastar do seu pai.
De Valeska Grisebach, realizadora pertencente à "Nova Escola de Berlim" será exibido, Sehnsucht (Saudade, 2006), que acompanha o dilema de Markus, que apesar de ter um casamento feliz se apaixona por outra mulher. Por fim, será exibido Die Fremde (A Estrangeira, 2010), prémio LUX 2010, onde Feo Aladag narra a história de Umay que, vítima de maus-tratos, foge do seu marido mas não encontra o apoio familiar que procura.
O ciclo termina com a mesa-redonda Cinema no Feminino – Ponto da Situação, que terá lugar no Sábado, dia 16 de Março às 16h30, na qual cineastas portuguesas e alemãs irão reflectir sobre o cinema feminino na Alemanha e em Portugal.
As convidadas são Jutta Brückner (realizadora) Teresa Villaverde (realizadora), Christine Reeh (produtora/realizadora), Cíntia Gil (doclisboa) e Kaya de Wolff (Universidade Lüneburg).
A mesa-redonda será moderada por Anabela Campos (Jornal Expresso)
Todo o programa em: http://www.goethe.de/mmo/priv/10671760-STANDARD.pdf
Mais infos: http://www.goethe.de/ins/pt/lis/ptindex.htm
sexta-feira, 8 de março de 2013
Cinema e Cultura na América Latina: CineCríticos por si mesmos
É com grande alegria que apresentamos “CineCríticos” {http://www.cinecriticos.com.br/} - trabalho recém finalizado, idealizado por Eliska Altmann, e fruto de uma pesquisa iniciada há sete anos.
A pauta é crítica, e as amplas temáticas são cinema, América Latina e cultura de um modo geral.
Trata-se de um portal com entrevistas filmadas com críticos argentinos, brasileiros, cubanos e mexicanos.
A ideia é que tais registros e memórias sirvam como fonte de investigação e como acervo audiovisual virtual para quem pensa, pesquisa e aprecia os referidos temas.

Eliska Altmann é Professora adjunta da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, no departamento de Ciências Sociais e no Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS). Coordenadora adjunta do Núcleo de Experimentações em Etnografia e Imagem (NEXTimagem) - PPGSA/IFCS/UFRJ. Pesquisadora associada ao Núcleo de Pesquisa em Sociologia da Cultura (NUSC) - UFRJ, e ao Núcleo de Antropologia e Imagem (NAI) - UERJ. Integrante do GRAPPA - Grupo de Análises de Políticas e Poéticas Audiovisuais. Colaboradora da Mostra Internacional do Filme Etnográfico desde 1996. Realiza pesquisa para documentários, entre os quais: Edifício Master (2001), de Eduardo Coutinho, e Apartamento 608 (2009), de Beth Formaggini. É autora de artigos nos campos da sociologia da cultura e da antropologia e imagem e do livro “O Brasil imaginado na América Latina: a crítica de filmes de Glauber Rocha e Walter Salles”, publicado pela editora Contra Capa (2010).
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http://antrocine.blogspot.com.br/2012/08/de-la-tierra-calorosa-padelante.html
quinta-feira, 7 de março de 2013
Indomáveis – Uma história de Mulheres Livres (Zerikusi A., 2012)
Em São Paulo!
Neste domingo, 9 de março, a Biblioteca
Terra Livre irá exibir o documentário “Indomáveis, uma história de
Mulheres Livres” no Centro de Cultura Social de São Paulo. Esta exibição
faz parte das atividades realizadas pelo Cineclube Terra Livre, que a
pós 2 anos de existência e 4 mostras bem sucedidas, mudará sua forma sem, entretanto, perder sua essência.
As Mujeres Libres… aquilo foi, para mim, uma coisa, uma experiência que só foi possível por causa da Revolução, por causa do movimento. Acredito que se não tivesse ocorrido isto, não teria existido uma organização assim, de mulheres libertárias, com esse nome.
Em 2013 não realizaremos as mostras
semestrais com exibições mensais de filmes. Decidimos propor somente
exibições pontuais e temáticas, conectadas a algum fato, data ou
personagem do anarquismo mundial, como já fizemos algumas vezes no
passado.
Isso não significa o fim das mostras, mas
sim uma avaliação de que seria importante buscarmos um espaço onde
possamos hospedar o Cineclube Terra Livre, conectado diretamente ao
cineclubismo e que possibilite atrair e conviver com amantes do cinema, e
interessados pelas questões sociais e/ou pela estética/arte que os
anarquistas propõem.
Nós não estávamos de acordo com que as mulheres haviam se deixado submeter, porque não éramos contra os homens, o que queríamos era que os homens compreendessem que éramos seres humanos iguais a eles.
É neste contexto que o documentário sobre
as Mulheres Livres será exibido. O filme aborda a história do que foi
esse agrupamento de mulheres tão importante durante e depois da
Revolução Espanhola de 1936, mostrando inclusive quais eram seus
projetos, como viam a questão da relação mulher e homem, e muitas outras
questões vinculando o passado e o presente.
Convidamos, então, a todas as pessoas
prestigiarem a história desse grupo de mulheres anarquistas no CCS, Rua
General Jardim, 253 – Sala 22, Próximo Metrô República – São Paulo. SÁBADO, dia 09/03, 18 horas. A entrada é gratuita.
Nós realizamos a utopia; ela é possível e ninguém poderá nos contradizer.
* Para aqueles que desejam conhecer um pouco mais sobre as mulheres livres leia a dissertação de mestrado de Maria Clara Pivato Biajoli, “Narrar Utopias Vividas. Memória e Construção de Si nas Mujeres Libres da Espanha”, disponível aqui.
Postado originalmente em: http://bibliotecaterralivre.noblogs.org/
[Indomáveis é a última produção de ZerikusiA. Com este trabalho tenta trazer à tona outra parte da nossa história, a que conta a experiência de Mulheres Livres.]
Comunicado:
Mulheres Livres foi uma organização autônoma, fora das estruturas de qualquer órgão do movimento libertário. Sem abandonar suas raízes anarquistas praticaram um feminismo obreiro. Tinham como objetivo preparar as mulheres a participar pessoalmente na revolução libertária. Ou seja, queriam formar as mulheres, que sofriam altos índices de analfabetismo, e atraí-las para o movimento libertário.
Tiveram que lutar contra uma cultura católica profundamente enraizada e, o mais doloroso, contra a indiferença, quando não o desprezo, de seus companheiros e companheiras libertários. Apesar de ter alcançado mais de 20.000 afiliadas só na zona republicana, nunca foram aceitas como parte do Conselho Geral do Movimento Libertário. Com este documentário tentamos descobrir o que pensavam, qual era sua abordagem política e como desenvolveram o seu trabalho.
Para conseguir isso foram entrevistadas duas protagonistas diretas desta história, Conchita Liaño e Sara Berenguer. Ambas tinham parte ativa e na linha de frente nos dias de 36. Ambas com uma bagagem política e humana considerável.
Além disso, consultamos escritoras e historiadoras como Laura Vicente, que nos colocou na história. Também falamos com Martha Ackersberg, professora do Smith College, em Massachusetts e autora do livro "Mujeres Libres de España", que nos traz mais perto da situação política no início dos anos 30 e da riqueza humana de Mulheres Livres. Estivemos com um dos grupos que mantêm o legado daquelas mulheres: Dones Lliures Del Alacant, um grupo de mulheres da CGT que se denominam anarcofeminista. Contamos também com a presença poética e comprometida com o feminismo atual da escritora Llum Qiñonero.
Para tornar mais compreensível a mensagem de nossas protagonistas, recriamos cenas com atrizes, chegando a reproduzir um comício em um teatro. Também trazemos, de onde quer que esteja, o espírito de Lucia Sanchez Saornil, que nos ajuda a contar a história.
Para aqueles que desejam conhecer um pouco mais sobre as Mulheres Livres disponibilizamos também a dissertação de mestrado de Maria Clara Pivato Biajoli, “Narrar Utopias Vividas. Memória e Construção de Si nas Mujeres Libres da Espanha”, em
http://www.4shared.com/office/ wu0SMMB4/BIAJOLIMaria_Clara_ PivatoNarra.html.
Mais infos:
zerikusia@...
Trailer do documentário:
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=3anTPGgvqs4
Comunicado:
Mulheres Livres foi uma organização autônoma, fora das estruturas de qualquer órgão do movimento libertário. Sem abandonar suas raízes anarquistas praticaram um feminismo obreiro. Tinham como objetivo preparar as mulheres a participar pessoalmente na revolução libertária. Ou seja, queriam formar as mulheres, que sofriam altos índices de analfabetismo, e atraí-las para o movimento libertário.
Tiveram que lutar contra uma cultura católica profundamente enraizada e, o mais doloroso, contra a indiferença, quando não o desprezo, de seus companheiros e companheiras libertários. Apesar de ter alcançado mais de 20.000 afiliadas só na zona republicana, nunca foram aceitas como parte do Conselho Geral do Movimento Libertário. Com este documentário tentamos descobrir o que pensavam, qual era sua abordagem política e como desenvolveram o seu trabalho.
Para conseguir isso foram entrevistadas duas protagonistas diretas desta história, Conchita Liaño e Sara Berenguer. Ambas tinham parte ativa e na linha de frente nos dias de 36. Ambas com uma bagagem política e humana considerável.
Além disso, consultamos escritoras e historiadoras como Laura Vicente, que nos colocou na história. Também falamos com Martha Ackersberg, professora do Smith College, em Massachusetts e autora do livro "Mujeres Libres de España", que nos traz mais perto da situação política no início dos anos 30 e da riqueza humana de Mulheres Livres. Estivemos com um dos grupos que mantêm o legado daquelas mulheres: Dones Lliures Del Alacant, um grupo de mulheres da CGT que se denominam anarcofeminista. Contamos também com a presença poética e comprometida com o feminismo atual da escritora Llum Qiñonero.
Para tornar mais compreensível a mensagem de nossas protagonistas, recriamos cenas com atrizes, chegando a reproduzir um comício em um teatro. Também trazemos, de onde quer que esteja, o espírito de Lucia Sanchez Saornil, que nos ajuda a contar a história.
Para aqueles que desejam conhecer um pouco mais sobre as Mulheres Livres disponibilizamos também a dissertação de mestrado de Maria Clara Pivato Biajoli, “Narrar Utopias Vividas. Memória e Construção de Si nas Mujeres Libres da Espanha”, em
http://www.4shared.com/office/
Mais infos:
zerikusia@...
Trailer do documentário:
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=3anTPGgvqs4
No entardecer
O azul celeste
Manchado é pelo arranha-céu
Dalva Sanae Baba
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quarta-feira, 6 de março de 2013
Antropologia do Cinema na REA/ABANNE
IV REUNIÃO EQUATORIAL DE ANTROPOLOGIA/XIII REUNIÃO DE ANTROPÓLOGOS NORTE E NORDESTE
Temática geral: SABERES LOCAIS E EXPERIÊNCIAS TRANSNACIONAIS: INTERFACES DO FAZER ANTROPOLÓGICO
Local e data: Fortaleza, Ceará. 04 a 07 de agosto de 2013
Submissão de resumos: até 31 de março
(Regras e envio de resumos pelo site do evento, a partir de 15 de março: http://www.reaabanne2013.com. br/site/
Grupo de Trabalho 04: Antropologia do Cinema: entre narrativas, políticas e poéticas
Coordenador(es):
Luiz Gustavo Pereira de Souza Correia (UFS)
Ana Paula Alves Ribeiro (UFRRJ)
Debora Breder (UFMG)
Debatedor(es):
Juliano Gonçalves da Silva (UFF)
Apresentação:
Este GT pretende reunir pesquisadores que estudam as múltiplas
relações entre Antropologia & Cinema. Em um mundo cada vez mais
constituído por fluxos e contrafluxos de narrativas audiovisuais,
propõe-se não apenas discutir os enunciados antropológicos de um
cinema etnográfico ou de uma antropologia fílmica, mas também o
desafio enfrentado pelos antropólogos de empreender uma Antropologia
do Cinema. Trata-se de debater o Cinema como objeto antropológico,
focando: 1) as articulações entre Cinema, narrativas, memória e
subjetividade; 2) as representações e interpretações que as
narrativas cinematográficas nos propõem sobre os mais diversos temas,
como a relação natureza/cultura, o estatuto do humano/não-humano, de
corpo, gênero, sexualidade, identidade, etc; 3) as condições sociais
de produção, circulação e recepção dessas narrativas em seus mais
diferentes formatos e gêneros, considerando as diversas categorias que
estruturam o campo cinematográfico. Em suma, objetiva debater as
potencialidades do olhar antropológico dirigido ao Cinema, do diálogo
entre as narrativas cinematográficas e as narrativas antropológicas e
das etnografias do/no cinema, no âmbito de estudos sobre a
contemporaneidade e os novos procedimentos de construção de sentido.
Justificativa:
Considerando as narrativas cinematográficas como uma forma expressive significativa da nossa época, que revela, em imagens e sons, as utopias e distopias contemporâneas, o GT Antropologia do Cinema: entre narrativas, políticas e poéticas, tem como proposta dar continuidade aos debates empreendidos por ocasião da 28ª Reunião Brasileira de Antropologia (São Paulo/2012), do XV Encontro de Ciências Sociais Norte/Nordeste (Teresina/2012) e do III Congreso Latinoamericano de Antropología (Santiago/2012), nos quais foram discutidas as potencialidades do olhar antropológico dirigido ao cinema – em seus mais diferentes formatos e gêneros. Nosso objetivo com a reedição deste GT, agora no âmbito da IV Reunião Equatorial de Antropologia (REA) e XIII Reunião de Antropólogos Norte e Nordeste (ABANNE), é possibilitar a reunião de pesquisadores que estudam as múltiplas relações entre Antropologia & Cinema, utilizando as narrativas fílmicas como objeto de investigação para refletir sobre as suas articulações com os diversos campos do saber antropológico. Em um contexto marcado pela intensa propagação de imagens, o cinema torna-se um elemento importante na constituição de imaginários e visões de mundo das sociedades, em que as narrativas audiovisuais desvelam parte dos sentidos e dos esquemas valorativos que compõem os repertórios simbólicos e culturais dos indivíduos.
Regras:
§ Não será permitida a participação de um(a) mesmo(a) pesquisador (a) em mais de um grupo de trabalho, a qualquer título.
§ Titulações exigidas para APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS DE ATIVIDADES: Trabalhos para GTs: doutorado, doutorando, mestre ou mestrando; Pôsteres: graduado ou graduando.
Este GT foi proposto pelo GRAPPA/ANTROcine, que reúne pesquisadores que estudam as múltiplas relações entre Antropologia & Cinema. Em um mundo cada vez mais constituído por fluxos e contrafluxos de narrativas audiovisuais, propõe-se não apenas discutir os enunciados antropológicos de um cinema etnográfico ou de uma antropologia fílmica, mas também o desafio enfrentado pelos antropólogos de empreender uma Antropologia do/no/com Cinema.
Saludos afetuosos y a bientôt!
GRAPPA (Grupo de Análises de Políticas e Poéticas Audiovisuais) y ANTROcine
Antropologia do Cinema agora também no facebook: http://www.facebook.com/ AntropologiaDoCinema
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http://www.antrocine.blogspot.com.br/2013/02/o-grappa-com-sol-ouvir-o-ciara-ou-siara.html
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