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quinta-feira, 10 de abril de 2014

ABRIL INDÍGENA: traz nove estréias sobre a temática indígena

Estamos quase lá: Curitiba vai vivenciar as culturas indígenas de todo o Brasil.



Com o objetivo de aproximar a sociedade curitibana sobre as culturas indígenas do Brasil, a I Mostra Audiovisual – Olhares Indígenas ocorre entre os dias 14 e 19 de abril em diversos espaços culturais da capital paranaense, com o intuito de pluralizar o acesso e a divulgação de 16 filmes produzidos em diversas regiões do país e com entrada gratuita em todas as exibições. Além dos filmes em formato, longa e curta-metragem, o evento recebe ainda palestras e apresentações culturais. A Mostra ocorre paralelamente ao Abril Indígena, evento nacional em alusão ao Dia do índio, que ocorre no dia 19 com uma programação especial na Cinemateca. Além dos eventos nas outras regiões do país, em Curitiba, pela primeira vez a capital paranaense recebe nove estreias sobre a temática indígena. E vale ressaltar que todas as películas foram premiadas nos principais festivais nacionais e internacionais.

Como parte das comemorações, a Articulação dos Povos Indígenas da Região Sul – ARPIN SUL, realizadora da I Mostra Audiovisual – Olhares Indígenas, promove O bate-papo com o cineasta e secretario executivo da ONG Vídeo nas Aldeias, Vincent Carelli. Reconhecido e premiado internacionalmente pelos filmes dirigidos por ele ao longo de quase trinta anos na divulgação das culturas indígenas.


Acesse a programação da I Mostra Audiovisual - Olhares Indígenas e se identifique com o filme que você vai assistir: http://www.arpinsul.org.br/sessao/14/olhares-indigenas-/


E aproveite para confirmar a sua presença no evento: https://www.facebook.com/events

/304856523001495/



Apoio||

Vídeo Nas Aldeias | Pajé Filmes | Filmes de Quintal | Vitrine Filmes | Movimentto Marketing Produções | Prefeitura Municipal de Curitiba | Fundação Cultural de Curitiba | Secretaria de Estado da Cultura do Paraná | Cinemateca de Curitiba | Biblioteca Pública do Paraná

Realização||

Articulação dos Povos Indígenas da Região Sul – Arpin Sul

#OlharesIndígenas #AbrilIndígena 

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Cineastas Indígenas no Maracanã

Cineastas indígenas exibem suas produções no Rio


Na próxima semana o Grupo de Pesquisa Imagens, Narrativas e Práticas Culturais (Inarra) junto ao Programa de Estudos dos Povos Indígenas (Pro-Índio) realizam a “Mostra de Filmes Etnográficos – cineastas indígenas”. As exibições acontecem entre os dias 14 e 16 de abril, das 16h às 20h, no auditório 91, bloco F, da UERJ.

O evento ainda inclui uma programação para as Bibliotecas Parque de Manguinhos e Rocinha entre os dias 15 e 19 com uma mostra de curtas infanto-juvenis nos turnos da manhã e tarde.

 


terça-feira, 8 de abril de 2014

"Cinema e Anarquismo" a@s Viv@s nas ondas da Cordel Libertário


10/04 - QUINTA FEIRA- às 21:10 : "Cinema e Anarquismo" Ao Vivo na Rádio Cordel Libertário

É inegável a importância que o cinema teve e tem para o anarquismo e o punk, seja para denunciar ou mesmo seu caráter pedagógico servindo para a formação política e autodidata dxs companheirxs libertárixs e anarquistas.

Citamos aqui um paragrafo do texto de introdução do II Festival de Filmes Anarquista e Punk de SP:
“Há mais de um século o anarquismo vem alimentando a possibilidade de um mundo mais justo e igualitário no qual não caiba nenhum tipo de opressão. E há pouco mais de um século acontecia também a primeira exibição pública de um filme. O mundo nunca mais foi o mesmo depois do anarquismo e dos filmes. Ainda não sabemos se é possível um cinema anarquista. Os filmes que serão exibidos neste Festival apontam alguns caminhos. E como a história ainda não chegou ao seu fim, seguimos rumo a estação liberdade!”

Para falarem um pouco sobre a experiência das duas edições do Festival de Filme Anarquista e Punk de São Paulo e o papel que o cinema tem para anarquismo e o punk ontem e hoje estarão conosco:

Organizadorxs do Festival de Filme Anarquista
e Punk de Sp
para conhecer mais sobre o festival: http://anarcopunk.org/festival

QUANDO: 10/04/2014 5ª feira
HORAS: 21:10 (horário de brasília)
 
Se você ficou interessadx não pode deixar de ouvir e participar! http://radiocordel-libertario.blogspot.com.br/


 Faça Parte da Rádio Cordel Libertário
Faça parte desta Rede de Comunicação Libertária divulgando a programação para sua lista de e-mails e para toda sua rede social, e também se tiver algum contato ou conhecimento de algum Coletivo/Movimento Libertário/Anarquista existente, mande para a Rádio o e-mail, contribuindo assim de forma direta na programação e o fortalecimento deste meio de comunicação. O Coletivo Rádio Cordel Libertário está aberto à novxs integrantes, quem tiver interesse entre em contato conosco.
Durante as transmissões ao vivo xs ouvinte poderão participar ativamente do bate-papo, por meio de perguntas e reflexões através do chat presente no blog, ou mesmo AO VIVO.

Quem quiser acompanhar/escutar as entrevistas que já ocorreram, elas estão disponíveis no Blog na página ÁUDIOS PROGRAMAS ANTERIORES.
LEMBRANDO: *21:10 - Transmissão ao Vivo e Online *09:00 - Reprise no dia seguinte


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   http://www.antrocine.blogspot.com.br/2013/04/somos-as-imagens-que-vemos.html    

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Curso gratuito de cinema - ahhh que maravilha seria se toda cidade fizesse um?


A Prefeitura do Município de Barueri oferece 20 vagas gratuitas para o curso Introdução ao Cinema - Teoria e Pratica.
Interessados devem entrar em contato pelo telefone 4201-5722 para saber o procedimento.
O curso tem duração de três meses e pretende produzir um curta metragem entre os alunos.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Chamada para Grupo de Estudos “Cinema e Anarquia” – GECA

A Biblioteca Terra Livre tem o prazer de anunciar a criação de um novo Grupo de Estudos direcionado para a pesquisa das relações entre Cinema e Anarquia, o ‘GECA‘.

Seguindo o modelo de funcionamento dos nossos outros grupos de estudos, ele será gerido pelas pessoas que participam, portanto sua proposta inicial está sujeita a alterações mediante discussão com os interessados.
Assim, a ideia é que ocorram encontros quinzenais, às quintas-feiras, das 19h às 22h, na sede da Biblioteca Terra Livre.

O GECA tem entre seus objetivos tentar compreender as relações entre o cinema e a anarquia, bem como as relações diretas ou indiretas com outras artes, estabelecendo paralelos entre a pintura e a fotografia, a música e a trilha sonora, a literatura e o roteiro, dança e teatro no trabalho dos atores. Também pretende que os participantes estabeleçam contato com obras de anarquistas do século passado e de hoje, fazendo uma análise deste panorama cultural cinematográfico libertário, inclusive desenvolvendo eventos para a divulgação destes materiais, como cineclubes, debates e minicursos, aliando-os à produção textual e de resenhas pelos membros do grupo. Finalmente, buscaremos pensar como resultado dos encontros a criação de um ou mais vídeos (curta, média ou longa-metragem), para que sejam inscritos no Festival do Filme Anarquista e Punk de São Paulo: http://anarcopunk.org/festival/
O Grupo realizará atividades como leituras de textos sobre cinema anarquista [contemporâneos e históricos]; exibição e análise de filmes feitos por militantes ou sobre anarquia; críticas ao cinema contemporâneo, que podem ser publicadas na revista da Biblioteca; atividades como mostras, cineclube e minicursos; e criação e realização de projetos audiovisuais.

Como leitura sugerida para o primeiro encontro, que se realizará dia 10 de abril, propomos a introdução do livro ‘Cinema e Anarquia’, de Isabelle Marinone. O texto pode ser acessado clicando aqui.

Os interessados devem inscrever-se pelo email bibliotecaterralivre(a)gmail.com, pois há um limite de 10 participantes por questões de espaço.

Mulheres palestinas e cinema: chamada de artigos

Reflexões sobre mulheres palestinas e cinema – até 15 de abril de 2014

Organização: Shahd Wadi e Júlia Garraio

Prazo para envio dos artigos: 15 de abril de 2014

Em 2011 organizámos, em Lisboa e Coimbra, um ciclo de cinema e de debates intitulado “Mulheres palestinas no cinema”. Esta iniciativa fez-nos perceber que o cinema não só é capaz de projetar um lar para os palestinos que vivem em despossessão, mas igualmente cria um espaço de encontro entre “o outro” e a memória, a história, a identidade e, sobretudo, as resistências palestinas e a luta deste povo pela sua existência. Através de uma larga variedade de opções estéticas e de diferentes posições políticas, os filmes exibidos abordavam a dupla resistência das mulheres palestinas, não só contra a ocupação israelense mas também contra formas internas de opressão. Enquanto a mídia ocidentais tendem a retratar as mulheres palestinas através de representações monolíticas redundantes e simplistas, as lentes cinematográficas e as palavras das mulheres palestinas tornaram-se nas suas próprias ferramentas de resistência às imagens que lhes foram impostas, funcionando assim como armas estéticas no combate, quer à sua própria sociedade patriarcal quer à ocupação colonial e patriarcal israelita. Por outras palavras, o cinema tornou-se uma ferramenta política para narrar histórias pessoais e coletivas de resistência.

Seguindo a ideia que deu origem ao ciclo de cinema, o presente número da e-cadernos ces pretende ser um ecrã palestiniano feminista que projeta reflexões sobre as mulheres palestinas e o cinema. Acreditamos que os conceitos Palestina, mulheres e cinema estão sempre em construção e abertos a diferentes definições. Por isso, convidamos ao envio de contribuiçoes relacionados com as mulheres palestinas e o cinema (ficção, documentário, vídeo-instalação), no que incluímos reflexões sobre representações cinematográficas de mulheres palestinas, críticas de filmes realizados por palestinas ou, de maneira mais geral, sobre o lugar e o impacto das mulheres palestinas no cinema. Assim, este número pretende constituir um espaço aberto para a partilha de histórias, narrativas, ensaios, entrevistas, análises de filmes ou outras reflexões sobre as mulheres palestinas e o cinema.

e-cadernos ces é uma publicação online, com acesso livre, que se baseia num sistema de avaliação por pares e editada pelo Centro de Estudos Sociais. Integra atualmente: CAPES, EBSCO e Latindex. Para mais informações sobre a publicação consulte: http://www.ces.uc.pt/e-cadernos/.

Todos os textos devem ser submetidos na sua versão completa, em língua portuguesa, inglesa ou castelhana. Podem ter entre 50 e 60 mil caracteres (com espaços), incluindo notas e referências bibliográficas. Para a secção final @cetera, podem ser apresentados entrevistas e debates (máx. 25 mil caracteres) ou recensões críticas inéditas (máx. 5 mil caracteres).

As normas detalhadas para submissão dos textos estão disponíveis em http://www.ces.uc.pt/e-cadernos/media/Normas_publicacao_e_cadernos.pdf. As mensagens devem ser enviadas para e-cadernos@ces.uc.pt e indicar explicitamente que se referem ao número temático em questão – “Reflexões sobre mulheres palestinas e cinema”.

Todas as contribuiçoes estarão sujeitos a um processo de arbitragem científica.






terça-feira, 1 de abril de 2014

Entenda a ditadura civil-militar no Brasil pelo Cinema


Onze filmes que fazem um diagnóstico de como o cinema retratou a ditadura militar no Brasil
batismo-sangue

Cena de Batismo de Sangue (Reprodução)


Das sessões de tortura aos fantasmas da ditadura, o cinema brasileiro invariavelmente volta aos anos do regime militar para desvendar personagens, fatos e consequências do golpe que destituiu o governo democrático do país e estabeleceu um regime de exceção que durou longos 21 anos. Estreantes e veteranos, muitos cineastas brasileiros encontraram naqueles anos histórias que investigam aspectos diferentes do tema, do impacto na vida do homem comum aos grandes acontecimentos do período.

Embora a produção de filmes sobre o assunto tenha crescido mais recentemente, é possível encontrar obras realizadas durante o próprio regime militar, muitas vezes sob a condição de alegoria. "Terra em Transe", de Glauber Rocha, é um dos mais famosos, retratando as disputas políticas num país fictício. Mais corajoso do que Glauber foi seu conterrâneo baiano Olney São Paulo, que registrou protestos de rua e levou para a tela em forma de parábola, o que olhe custou primeiro a liberdade e depois a vida.

Os onze filmes que compõem esta lista, se não são os melhores, fazem um diagnóstico de como o cinema retratou a ditadura brasileira.

1. MANHÃ CINZENTA (1968), Olney São Paulo – Em plena vigência do AI-5, o cineasta-militante Olney São Paulo dirigiu este filme, que se passa numa fictícia ditadura latino-americana, onde um casal que participa de uma passeata é preso, torturado e interrogado por um robô, antecipando o que aconteceria com o próprio diretor. A ditadura tirou o filme de circulação, mas uma cópia sobreviveu para mostrar a coragem de Olney São Paulo, que morreu depois de várias sessões de tortura, em 1978.

2. PRA FRENTE, BRASIL (1982), Roberto Farias – Um homem comum volta para casa, mas é confundido com um "subversivo" e submetido a sessões de tortura para confessar seus supostos crimes. Este é um dos primeiros filmes a tratar abertamente da ditadura militar brasileira, sem recorrer a subterfúgios ou aliterações. Reginaldo Faria escreveu o argumento e o irmão, Roberto, assinou o roteiro e a direção do filme, repleto de astros globais, o que ajudou a projetar o trabalho.

3. NUNCA FOMOS TÃO FELIZES (1984), Murilo Salles – Rodado no último ano do regime militar, a estreia de Murilo Salles na direção mostra o reencontro entre pai e filho, depois de oito anos. Um passou anos na prisão; o outro vivia num colégio interno. Os anos de ausência e confinamento vão ser colocados à prova num apartamento vazio, onde o filho vai tentar descobrir qual a verdadeira identidade de seu pai. Um dos melhores papéis da carreira de Claudio Marzo.

4. CABRA MARCADO PARA MORRER (1984), Eduardo Coutinho – A história deste filme equivale, de certa forma, à história da própria ditadura militar brasileira. Eduardo Coutinho rodava um documentário sobre a morte de um líder camponês em 1964, quando teve que interromper as filmagens por causa do golpe. Retomou os trabalhos 20 anos depois, pouco antes de cair o regime, mesclando o que já havia registrado com a vida dos personagens duas décadas depois. Obra-prima do documentário mundial.

5. O QUE É ISSO, COMPANHEIRO? (1997), Bruno Barreto – Embora ficcionalize passagens e personagens, a adaptação de Bruno Barreto para o livro de Fernando Gabeira, que narra o sequestro do embaixador americano no Brasil por grupos de esquerda, tem seus méritos. É uma das primeiras produções de grande porte sobre a época da ditadura, tem um elenco de renome que chamou atenção para o episódio e ganhou destaque internacional, sendo inclusive indicado ao Oscar.

6. AÇÃO ENTRE AMIGOS (1998), Beto Brant – Beto Brant transforma o reencontro de quatro ex-guerrilheiros, 25 anos após o fim do regime militar, numa reflexão sobre a herança que o golpe de 1964 deixou para os brasileiros. Os quatro amigos, torturados durante a ditadura, descobrem que seu carrasco, o homem que matou a namorada de um deles, ainda está vivo –e decidem partir para um acerto de contas. O lendário pagador de promessas Leonardo Villar faz o torturador.

7. CABRA CEGA (2005), Toni Venturi – Em seu melhor longa de ficção, Toni Venturi faz um retrato dos militantes que viviam confinados à espera do dia em que voltariam à luta armada. Leonardo Medeiros vive um guerrilheiro ferido, que se esconde no apartamento de um amigo, e que tem na personagem de Débora Duboc seu único elo com o mundo externo. Isolado, começa a enxergar inimigos por todos os lados. Belas interpretações da dupla de protagonistas.

8. O ANO EM QUE MEUS PAIS SAIRAM DE FÉRIAS (2006), Cao Hamburger – Cao Hamburger, conhecido por seus trabalhos destinados ao público infantil, usa o olhar de uma criança como fio condutor para este delicado drama sobre os efeitos da ditadura dentro das famílias. Estamos no ano do tricampeonato mundial e o protagonista, um menino de doze anos apaixonado por futebol, é deixado pelos pais, militantes de esquerda, na casa do avô. Enquanto espera a volta deles, o garoto começa a perceber o mundo a sua volta.

9. HOJE (2011), Tata Amaral – Os fantasmas da ditadura protagonizam este filme claustrofóbico de Tata Amaral. Denise Fraga interpreta uma mulher que acaba de comprar um apartamento com o dinheiro de uma indenização judicial. Cíclico, o filme revela aos poucos quem é a protagonista, por que ela recebeu o dinheiro e de onde veio a misteriosa figura que se esconde entre os cômodos daquele apartamento. Denise Fraga surpreende num papel dramático.

10. TATUAGEM (2013), Hilton Lacerda – A estreia do roteirista Hilton Lacerda na direção é um libelo à liberdade e um manifesto anárquico contra a censura. Protagonizado por um grupo teatral do Recife, o filme contrapõe militares e artistas em plena ditadura militar, mas transforma os últimos nos verdadeiros soldados. Os soldados da mudança. Irandhir Santos, grande, interpreta o líder da trupe. Ele cai de amores pelo recruta vivido pelo estreante Jesuíta Barbosa, que fica encantado pelo modo de vida do grupo.

11. BATISMO DE SANGUE (2007) – Apesar do incômodo didatismo do roteiro, o longa é eficiente em contar a história dos frades dominicanos que abriram as portas de seu convento para abrigar o grupo da Aliança Libertadora Nacional (ALN), liderado por Carlos Marighella. Gerando desconfiança, os frades logo passaram a ser alvo da polícia, sofrendo torturas físicas e psicológicas que marcaram a política militar. Bastante cru, o trabalho traz boas atuações do elenco principal e faz um retrato impiedoso do sofrimento gerado pela ditadura.


As leis da ditadura que ainda vigoram no Brasil



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