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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Les Maîtres Fous (The Mad Masters) - Jean Rouch, 1955








Postagens relacionadas: 

Entre o “indizível horror da procriação” e a “sexualidade andróide”: notas sobre The Brood e Crash, de David Cronenberg



Este artigo propõe uma reflexão acerca do estatuto do corpo e da diferença masculino/feminino, no imaginário contemporâneo, a partir da análise do discurso simbólico sobre a sexualidade e a procriação em dois longas-metragens de David Cronenberg – diretor canadense cujos filmes, de seu próprio ponto de vista e segundo as apreciações da crítica especializada, teriam no corpo seu personagem central.


This article aims a reflection about the body statute and the difference  masculine/feminine, in the contemporaneous imaginary, from the analysis of the  symbolic speech on sexuality and procreation in two films by David Cronenberg – a  Canadian director whose films, according to his own point of view and reviews,  would have the body as their main character.


Cet article propose une réflexion concernant le statut du corps et de la  différence masculin/feminin, dans l’imaginaire contemporain, à partir de l’analyse du discours symbolique sur la sexualité et la procréation dans deux longsmétrages de David Cronenberg – réalisateur Canadien dont les films, de son point  de vue et selon les appréciations de la critique spécialisée, auraient dans le corps  le personnage central.



segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012



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Revista Brésil(s)



Prezados colegas,

Brésil(s). Sciences humaines et sociales é a única revista francesa e em francês sobre o Brasil. Editada pelo Centre de recherches sur le Brésil contemporain (CRBC-EHESS), ela é publicada pelas Éditions de la Maison des Sciences de l’Homme e substitui os Cahiers du Brésil Contemporain.
   
Essa publicação semestrial, aberta a todas as disciplinas, tem por objetivo promover o conhecimento em torno a uma pluralidade de temas e de abordagens, e particularmente com preocupações comparativas. Trata-se de (re)colocar o Brasil, sua história, sua sociedade, seus espaços em perspectivas mais amplas, fruto de debates teóricos e de pesquisas empíricas capazes de renovar a análise e a percepção do país.

Nossa revista esta nascendo, lançamos um número de "Abertura", reunindo artigos inéditos além de uma antologia de textos publicados pelos Cahiers durante seus 24 anos de existência, e o número 1 sobre "vidas de escravos" sairá em maio. Temos vários dossiês temáticos previstos e em bom andamento: "Tsiganes",  "Des espaces autres ? Hétérotopies urbaines contemporaines", "Théorie scientifique et pratique politique : quelles limites pour la réflexion critique ?", etc.

Mas não queremos publicar números inteiramente temáticos. Além do dossiê temático, cada número inclui  uma seção Varia composta de três artigos que dêem conta da atualidade da pesquisa de ponta sobre o Brasil. Isso para que o interesse de cada número não se limite aos especialistas dos temas dos dossiês, e para permanecermos ligados ao debate e à reflexão atuais sobre o Brasil em todas as disciplinas das Ciências humanas e sociais. 

Contamos com sua colaboração para mobilizar suas redes acadêmicas e propor artigos que possam ser incluídos nesta seção de Brésil(s).

Esta contribuição será essencial para a vida da revista, para a manutenção de um patamar de exigência científica elevado, para a publicação constante de artigos inovadores, variados, interessantes e instigantes, que gerem reflexão e debate, promovendo a pesquisa brasilinista em nivel internacional. 

Desde já agradecemos, esperando contar com sua compreensão e colaboração ativa. 

Cordialmente, 
Comitê de redação de Brésil(s). Sciences humaines et sociales 
e-mail: bresils-revue@ehess.fr 
Site : http://crbc.ehess.fr/document.php?id=678
Vendida separadamente e por assinatura, Brésil(s) sera num futuro próximo acessível no portal francês de Revues.org.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Pra dançar...

para bailar, per ballar, pour danser, to dance, um zu tanzen, dantzatu, танцевать,  ダンスをする,  跳舞 ...



sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Agradecemos e recomendamos: Outros Olhares Sociambientais


No artigo "Entre o bom e o mau selvagem: ficção e alteridade no cinema brasileiro" Juliano Gonçalves da Silva, da Unicamp, realiza uma análise da imagem do índio no cinema brasileiro, através do estudo de como o personagem indígena é por ele construído e veiculado através dos filmes de ficção de longa-metragem.

Dois filmes merecem especial atenção por parte do Juliano: Brava gente Brasileira (MURAT, 2000) e Caramuru, a invenção do Brasil (ARRAES, 2001), por apresentarem, através da visão dos seus diretores, um julgamento qualitativo que se estrutura segundo os dois pólos ideológicos extremos identificados por LAPLANTINE: o do bom e o do mau selvagem: "duas ideologias concorrentes, consistindo uma no simétrico invertido da outra: a recusa do estranho, apreendido a partir de uma falta, cujo corolário é a boa consciência que se tem sobre si e a sua sociedade, e a fascinação pelo estranho, cujo corolário é a má consciência que se tem sobre si e sua sociedade" (LAPLANTINE, 1988, p. 38).

Para quem tiver interesse pelo cinema brasileiro vale a pena conferir, no final do artigo, a listagem de filmes:
  • ALVES, Alfredo Roberto. Fernão Dias. 1956.
  • ANDRADE, Joaquim Pedro de. Macunaíma. 1969.
  • ARRAES, Guel. Caramuru, a invenção do Brasil. 2001.
  • BABENCO, Hector. Brincando nos Campos do Senhor. 1991.
  • BACK, Sylvio. Yndio do Brasil. 1995.
  • BARROS, Luz de. Ubirajara. 1919.
  • BELLI, Pino. O segredo da serra dourada. 1958.
  • BENGEL, Norma. O Guarani. 1995.
  • BERNOUDI, Edmond. Terra violenta .1948.
  • BIANCHI, Sérgio. Cronicamente Inviável. 2000.
  • BODANSKY, Jorge. Iracema, uma transa amazônica. 1975/80.
  • BRESSANE, Júlio. Os sermões. 1989/90.
  • CALDEIRA, Osvaldo. Ajuricaba: o rebelde da Amazônia. 1977.
  • CAPELLARO, Vittorio. O Guarani. 1916.
  • CAPELLARO, Vittorio. Iracema. 1919a.
  • CAPELLARO, Vittorio. Iracema. 1919b.
  • CAPELLARO, Vittorio. O Guarani. 1926.
  • CARDINALI, Vittorio. Iracema. 1949.
  • CARRARI, Arturo. Anchieta: entre o amor e religião. 1931.
  • COIMBRA, Carlos. Iracema, a virgem dos lábios de mel. 1979.
  • DAHL, Gustavo. Uirá, um índio em busca de deus. 1974.
  • DEUS, João de. O Guarani. 1920.
  • FARNEY, Cyll e VON CZIFFA, Geza. Lana, rainha das amazonas. 1966.
  • FREDA, Ricardo. O Guarani. 1950.
  • GUERRA, Ruy. Kuarup. 1988.
  • JÚNIOR, Walter Lima. Brasil ano 2000. 1968.
  • KHOURY, Walter Hugo. Na garganta do diabo. 1958.
  • KLOTZEL, André. Capitalismo Selvagem. 1993.
  • KOUCHIN, Jorge. Iracema. 1931.
  • LAMARCA, Tânia. Tainá, no país das amazonas. 2000.
  • LÁZZARO, Salvatore. O Guarani. 1911.
  • LUXARDO, Líbero. Aruanã. 1938.
  • MANSUR, Fauzi. O Guarani. 1979.
  • MAURO, Humberto. O Descobrimento do Brasil. 1937.
  • MAURO, Humberto, Os bandeirantes. 1940.
  • MASTROIANNI, Duílio. Além do rio das mortes. 1957.
  • MURAT, Lúcia. Brava gente brasileira. 2000.
  • OLIVEIRA, André Luiz de. A lenda de Ubirajara. 1975.
  • OLIVEIRA, Manoel de. Palavra e Utopia. 2000.
  • PALÁCIOS, Alfredo. Casei-me com um Xavante. 1958.
  • PEREIRA, Luiz Alberto. Hans Staden. 1999.
  • ROCHA, Glauber. Terra em Transe. 1969.
  • SANTOS, Nelson Pereira dos. Como era gostoso o meu francês. 1970.
  • SARACENI, Paulo Sérgio. Anchieta, José do Brasil. 1978.
  • SIDMAK, Curt. Curucu, o terror das amazonas. 1957.
  • SIDMAK, Curt. Escravo do amor das amazonas. 1958.
  • VERÍSSIMO, Paulo. Exu-piá coração de Macunaíma. 1984.
  • VIANA, Zelito. Avaeté. 1984.                                                                                  
Fonte:
http://outrosolharessobre.blogspot.com/2009_08_01_archive.html

Mais laços hermanad@s na rede:

Outros olhares...

Porque a realidade costuma ser opaca... e, não poucas vezes, os nossos olhares escorregam na sua superficie

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Que o chão lhe seja leve...


Morreu na madrugada de segunda-feira (30/1), o cineasta pernambucano (mas paraibano de coração) Linduarte Noronha, vítima de uma parada respiratória aos 81 anos de idade. Ele foi um dos precursores do Cinema Novo, ao dirigir o revolucionário curta-metragem “Aruanda”, em 1960.
Nascido em 1930, na cidade de Ferreiros, no Pernambuco, Noronha foi jornalista e crítico de cinema antes de filmar as imagens que abriram caminho para o mais importante movimento cinematográfico do Brasil.

Assista ao Curta fundante do Cinema Novo: ARUANDA


  







¡¿Niver/Cumple Feliz, Parabéns!!!



Um mês de vida de uma demanda mais que reprimida. 



Amig@s, há um mês atrás algumas pessoas, um punhado de idéias na cabeça e afinidades de pesquisa nos levaram a estruturar este espaço.  Como diria Glauber “uma idéia na cabeça” e um computador (n original câmera) na mão. Também sabemos que as barricadas fecham as ruas, mas abrem os desejos e destes ainda nos fervem o sangue. Assim iniciamos esta jornada, só temos a reafirmar o desejo e a vontade de nos aprimorarmos cada vez mais e assim aperfeiçoarmos também junt@s este Coletivo.

Um mês de vida, mais de mil acessos do Brasil, chegando a outros dezoito países e conformamos trinta e dois seguidores. E isso é só o começo, vamos junt@s colocar fogo no inferno (em 24 quadros por segundo é claro) e seguir Adelante!

Visualizações de página por país


Brasil
1.070

Estados Unidos
115

México
38

Espanha
29

Rússia
28

Alemanha
25

Argentina
23

Reino Unido
19

França
12

Itália
5

Além destes: Bélgica, Canadá, Portugal, China, Índia, Colômbia, Suécia, Israel e Holanda.

Agradecemos assim mais uma vez e profundamente a tod@s que acreditam em seus sonhos e que sonhando junt@s nos permitiram chegar a estes resultados.

Mais Cinema, Mais Antropologia, Vida Longa e Próspera ao Antrocine!!!

Hasta pronto,
Grupo Nove