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Pretende reunir pesquisadores que estudam as múltiplas relações entre Antropologia & Cinema. Em um mundo cada vez mais constituído por fluxos e contrafluxos de narrativas audiovisuais, propõe-se não apenas discutir os enunciados antropológicos de um cinema etnográfico ou de uma antropologia fílmica, mas também o desafio enfrentado pelos antropólogos de empreender uma Antropologia do Cinema.
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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Entre o “indizível horror da procriação” e a “sexualidade andróide”: notas sobre The Brood e Crash, de David Cronenberg
Este artigo propõe uma reflexão acerca do estatuto do corpo e da diferença masculino/feminino, no imaginário contemporâneo, a partir da análise do discurso simbólico sobre a sexualidade e a procriação em dois longas-metragens de David Cronenberg – diretor canadense cujos filmes, de seu próprio ponto de vista e segundo as apreciações da crítica especializada, teriam no corpo seu personagem central.
This article aims a reflection about the body statute and the difference masculine/feminine, in the contemporaneous imaginary, from the analysis of the symbolic speech on sexuality and procreation in two films by David Cronenberg – a Canadian director whose films, according to his own point of view and reviews, would have the body as their main character.
Cet article propose une réflexion concernant le statut du corps et de la différence masculin/feminin, dans l’imaginaire contemporain, à partir de l’analyse du discours symbolique sur la sexualité et la procréation dans deux longsmétrages de David Cronenberg – réalisateur Canadien dont les films, de son point de vue et selon les appréciations de la critique spécialisée, auraient dans le corps le personnage central.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Revista Brésil(s)
Prezados colegas,
Brésil(s). Sciences humaines et sociales é a única revista francesa e em francês sobre o Brasil. Editada pelo Centre de recherches sur le Brésil contemporain (CRBC-EHESS), ela é publicada pelas Éditions de la Maison des Sciences de l’Homme e substitui os Cahiers du Brésil Contemporain.
Essa publicação semestrial, aberta a todas as disciplinas, tem por objetivo promover o conhecimento em torno a uma pluralidade de temas e de abordagens, e particularmente com preocupações comparativas. Trata-se de (re)colocar o Brasil, sua história, sua sociedade, seus espaços em perspectivas mais amplas, fruto de debates teóricos e de pesquisas empíricas capazes de renovar a análise e a percepção do país.
Nossa revista esta nascendo, lançamos um número de "Abertura", reunindo artigos inéditos além de uma antologia de textos publicados pelos Cahiers durante seus 24 anos de existência, e o número 1 sobre "vidas de escravos" sairá em maio. Temos vários dossiês temáticos previstos e em bom andamento: "Tsiganes", "Des espaces autres ? Hétérotopies urbaines contemporaines", "Théorie scientifique et pratique politique : quelles limites pour la réflexion critique ?", etc.
Mas não queremos publicar números inteiramente temáticos. Além do dossiê temático, cada número inclui uma seção Varia composta de três artigos que dêem conta da atualidade da pesquisa de ponta sobre o Brasil. Isso para que o interesse de cada número não se limite aos especialistas dos temas dos dossiês, e para permanecermos ligados ao debate e à reflexão atuais sobre o Brasil em todas as disciplinas das Ciências humanas e sociais.
Contamos com sua colaboração para mobilizar suas redes acadêmicas e propor artigos que possam ser incluídos nesta seção de Brésil(s).
Esta contribuição será essencial para a vida da revista, para a manutenção de um patamar de exigência científica elevado, para a publicação constante de artigos inovadores, variados, interessantes e instigantes, que gerem reflexão e debate, promovendo a pesquisa brasilinista em nivel internacional.
Desde já agradecemos, esperando contar com sua compreensão e colaboração ativa.
Cordialmente,
Comitê de redação de Brésil(s). Sciences humaines et sociales
e-mail: bresils-revue@ehess.fr Site : http://crbc.ehess.fr/document.php?id=678 Vendida separadamente e por assinatura, Brésil(s) sera num futuro próximo acessível no portal francês de Revues.org.
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Pra dançar...
para bailar, per ballar, pour danser, to dance, um zu tanzen, dantzatu,
танцевать,
ダンスをする,
跳舞 ...
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Agradecemos e recomendamos: Outros Olhares Sociambientais
No artigo "Entre o bom e o mau selvagem: ficção
e alteridade no cinema brasileiro"
Juliano Gonçalves da Silva, da Unicamp, realiza uma análise da imagem do índio
no cinema brasileiro, através do estudo de como o personagem indígena é por ele
construído e veiculado através dos filmes de ficção de longa-metragem.

Dois filmes merecem especial atenção por parte do Juliano: Brava gente Brasileira (MURAT, 2000) e Caramuru, a invenção do Brasil (ARRAES, 2001), por apresentarem, através da visão dos seus diretores, um julgamento qualitativo que se estrutura segundo os dois pólos ideológicos extremos identificados por LAPLANTINE: o do bom e o do mau selvagem: "duas ideologias concorrentes, consistindo uma no simétrico invertido da outra: a recusa do estranho, apreendido a partir de uma falta, cujo corolário é a boa consciência que se tem sobre si e a sua sociedade, e a fascinação pelo estranho, cujo corolário é a má consciência que se tem sobre si e sua sociedade" (LAPLANTINE, 1988, p. 38).
Para quem tiver interesse pelo cinema brasileiro vale a pena conferir, no final do artigo, a listagem de filmes:
- ALVES, Alfredo Roberto. Fernão Dias. 1956.
- ANDRADE, Joaquim Pedro de. Macunaíma. 1969.
- ARRAES, Guel. Caramuru, a invenção do Brasil.
2001.
- BABENCO, Hector. Brincando nos Campos do
Senhor. 1991.
- BACK, Sylvio. Yndio do Brasil. 1995.
- BARROS, Luz de. Ubirajara. 1919.
- BELLI, Pino. O segredo da serra dourada. 1958.
- BENGEL, Norma. O Guarani. 1995.
- BERNOUDI, Edmond. Terra violenta .1948.
- BIANCHI, Sérgio. Cronicamente Inviável. 2000.
- BODANSKY, Jorge. Iracema, uma transa
amazônica. 1975/80.
- BRESSANE, Júlio. Os sermões. 1989/90.
- CALDEIRA, Osvaldo. Ajuricaba: o rebelde da
Amazônia. 1977.
- CAPELLARO, Vittorio. O Guarani. 1916.
- CAPELLARO, Vittorio. Iracema. 1919a.
- CAPELLARO, Vittorio. Iracema. 1919b.
- CAPELLARO, Vittorio. O Guarani. 1926.
- CARDINALI, Vittorio. Iracema. 1949.
- CARRARI, Arturo. Anchieta: entre o amor e
religião. 1931.
- COIMBRA, Carlos. Iracema, a virgem dos lábios
de mel. 1979.
- DAHL, Gustavo. Uirá, um índio em busca de
deus. 1974.
- DEUS, João de. O Guarani. 1920.
- FARNEY, Cyll e VON CZIFFA, Geza. Lana, rainha
das amazonas. 1966.
- FREDA, Ricardo. O Guarani. 1950.
- GUERRA, Ruy. Kuarup. 1988.
- JÚNIOR, Walter Lima. Brasil ano 2000. 1968.
- KHOURY, Walter Hugo. Na garganta do diabo.
1958.
- KLOTZEL, André. Capitalismo Selvagem. 1993.
- KOUCHIN, Jorge. Iracema. 1931.
- LAMARCA, Tânia. Tainá, no país das amazonas.
2000.
- LÁZZARO, Salvatore. O Guarani. 1911.
- LUXARDO, Líbero. Aruanã. 1938.
- MANSUR, Fauzi. O Guarani. 1979.
- MAURO, Humberto. O Descobrimento do Brasil.
1937.
- MAURO, Humberto, Os bandeirantes. 1940.
- MASTROIANNI, Duílio. Além do rio das mortes.
1957.
- MURAT, Lúcia. Brava gente brasileira. 2000.
- OLIVEIRA, André Luiz de. A lenda de Ubirajara.
1975.
- OLIVEIRA, Manoel de. Palavra e Utopia. 2000.
- PALÁCIOS, Alfredo. Casei-me com um Xavante.
1958.
- PEREIRA, Luiz Alberto. Hans Staden. 1999.
- ROCHA, Glauber. Terra em Transe. 1969.
- SANTOS, Nelson Pereira dos. Como era gostoso o
meu francês. 1970.
- SARACENI, Paulo Sérgio. Anchieta, José do
Brasil. 1978.
- SIDMAK, Curt. Curucu, o terror das amazonas.
1957.
- SIDMAK, Curt. Escravo do amor das amazonas.
1958.
- VERÍSSIMO, Paulo. Exu-piá coração de
Macunaíma. 1984.
- VIANA, Zelito. Avaeté. 1984.
Fonte:
http://outrosolharessobre.blogspot.com/2009_08_01_archive.html
Mais laços hermanad@s na rede:
Outros olhares...
Porque a realidade costuma ser opaca... e, não poucas vezes, os nossos olhares escorregam na sua superficie
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Que o chão lhe seja leve...
Morreu na madrugada de segunda-feira (30/1), o cineasta pernambucano (mas paraibano de coração) Linduarte Noronha, vítima de uma parada respiratória aos 81 anos de idade. Ele foi um dos precursores do Cinema Novo, ao dirigir o revolucionário curta-metragem “Aruanda”, em 1960.
Nascido em 1930, na cidade de Ferreiros, no Pernambuco, Noronha foi jornalista e crítico de cinema antes de filmar as imagens que abriram caminho para o mais importante movimento cinematográfico do Brasil.
Assista ao Curta fundante do Cinema Novo: ARUANDA



¡¿Niver/Cumple Feliz, Parabéns!!!
Um mês de vida de uma demanda mais que reprimida.
Amig@s, há um mês atrás algumas pessoas, um punhado de idéias
na cabeça e afinidades de pesquisa nos levaram a estruturar este espaço. Como diria Glauber “uma idéia na cabeça” e um
computador (n original câmera) na mão. Também sabemos que as barricadas fecham
as ruas, mas abrem os desejos e destes ainda nos fervem o sangue. Assim
iniciamos esta jornada, só temos a reafirmar o desejo e a vontade de nos aprimorarmos
cada vez mais e assim aperfeiçoarmos também junt@s este Coletivo.
Um mês de vida, mais de mil acessos do Brasil, chegando a
outros dezoito países e conformamos trinta e dois seguidores. E isso é só o
começo, vamos junt@s colocar fogo no inferno (em 24 quadros por segundo é claro) e
seguir Adelante!
Brasil
|
1.070
|
Estados Unidos
|
115
|
México
|
38
|
Espanha
|
29
|
Rússia
|
28
|
Alemanha
|
25
|
Argentina
|
23
|
Reino Unido
|
19
|
França
|
12
|
Itália
|
5
|
Além destes: Bélgica, Canadá, Portugal, China, Índia,
Colômbia, Suécia, Israel e Holanda.
Agradecemos assim mais uma vez e profundamente a tod@s que acreditam
em seus sonhos e que sonhando junt@s nos permitiram chegar a estes resultados.
Mais Cinema, Mais Antropologia, Vida Longa e Próspera ao
Antrocine!!!
Hasta pronto,
Grupo Nove
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