Pretende reunir pesquisadores que estudam as múltiplas relações entre Antropologia & Cinema. Em um mundo cada vez mais constituído por fluxos e contrafluxos de narrativas audiovisuais, propõe-se não apenas discutir os enunciados antropológicos de um cinema etnográfico ou de uma antropologia fílmica, mas também o desafio enfrentado pelos antropólogos de empreender uma Antropologia do Cinema.
Participe / Participate
Participe enviando contribuições (filmes, textos, links, dicas, etc ...) para antrocine@gmail.com
Send contributions to antrocine@gmail.com
segunda-feira, 20 de abril de 2015
quinta-feira, 16 de abril de 2015
Festival do Filme Anarquista 2015, agora também no Canadá!
[Canadá] Montreal: Chamada para inscrições para o Festival do Filme Anarquista 2015!
By A.N.A. on 15 de abril de 2015
Este ano, a Insurgent Projections tem
o prazer de organizar o primeiro Festival do Filme Anarquista na cidade
nos dias 23 e 24 de maio, durante a Feira do Livro Anarquista de
Montreal. Por isto convidamos a todxs para nos ajudar a fazê-lo
acontecer participando. Envie seus filmes de qualquer duração! Queremos
obras que sejam pertinentes, originais, independentes, e relacionadas
com as lutas contra a opressão em todas as suas formas, ou sobre formas
de vida que se rebelem contra isto. Estes filmes precisam estar de
acordo com os princípios que compartilhamos na Feira do Livro
Anarquista.Queremos que o Festival seja um evento aberto à pluralidade de expressões em qualquer tipo de linguagem. Pedimos, entretanto, que as legendas sejam em francês ou inglês para que mais pessoas apreciem seu trabalho.
Nos mande um link de onde podemos ver seus filmes (e senha se necessário) para: projectionsinsurgees (AT) riseup DOT net.
Se você não fizer filmes mas quiser sugerir um, sinta-se livre para escrever também!
Por favor envie também uma pequena sinopse com uma imagem tirada do filme ou não, que possa ser usada para fins promocionais nos materiais do Festival. Também pedimos um pequeno texto sobre a forma de organização por trás de sua criação cinematográfica e o tema do filme. Isto fará com que fale sobre sua prática assim como os passos usados na produção do filme e demonstrar como ele se integra nos valores do Festival. Nos fale se alguém do seu coletivo estiver disponível e interessado em fazer uma conversa depois da projeção!
PRAZO: 19 de abril de 2015.
anarchistbookfair.ca
Tradução > Anarcopunk.org
publicado originalmente em: http://noticiasanarquistas.noblogs.org/
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http://antrocine.blogspot.com.br/2014/12/festival-mundial-das-resistencias-e-das_20.html
http://antrocine.blogspot.pt/2013/07/louise-michel-rebelde-franca-solveig.html
http://www.antrocine.blogspot.com.br/2013/04/somos-as-imagens-que-vemos.html
quarta-feira, 15 de abril de 2015
Cinema e Patrimônio: trabalhos acadêmicos / audiovisuais
Film et Patrimoine, Film and Heritage, Filmu ati Ajogunba, פילם און העריטאַגע, චිත්රපට හා ජාතික උරුමයන්, Zinema e Patrimonio, Кино и наследия, Film eta Ondarea, 电影ê帕特里莫尼奥
+ infos: http://cineop.com.br/
sábado, 11 de abril de 2015
ARPILLERAS: TECENDO A RESISTÊNCIA
O Projeto
Arpilleras é transgressão. A técnica surgiu em Isla Negra, no Chile. E era utilizado pelas mulheres como forma de subsistência. Mas os dias sombrios da repressão militar no país, transformaram o bordado em uma verdadeira arma contra o governo comandado por Augusto Pinochet.
Com as roupas de parentes desaparecidos, mulheres do subúrbio de Santiago denunciaram as diversas violações de direitos humanos cometidos contra aqueles que se colocaram contra o governo. De trabalho invisível à ferramenta política. A partir de um afazer cotidiano, as chilenas conseguiram se transformar em protagonistas da resistência contra a ditadura.
Essa mesma técnica vem sendo resgatada no Brasil desde 2013.
Mulheres de diversas regiões utilizaram a costura para contar as violações cometidas nas construções de barragens. Seguindo a força e potência dos bordados, queremos expandir ainda mais as denúncias.
Conheça o projeto aqui no Brasil: http://arpilleras.wix.com/ofilme
https://www.youtube.com/watch?v=gOetCgu2BTU
Arpilleras é transgressão. A técnica surgiu em Isla Negra, no Chile. E era utilizado pelas mulheres como forma de subsistência. Mas os dias sombrios da repressão militar no país, transformaram o bordado em uma verdadeira arma contra o governo comandado por Augusto Pinochet.
Com as roupas de parentes desaparecidos, mulheres do subúrbio de Santiago denunciaram as diversas violações de direitos humanos cometidos contra aqueles que se colocaram contra o governo. De trabalho invisível à ferramenta política. A partir de um afazer cotidiano, as chilenas conseguiram se transformar em protagonistas da resistência contra a ditadura.
Essa mesma técnica vem sendo resgatada no Brasil desde 2013.
Mulheres de diversas regiões utilizaram a costura para contar as violações cometidas nas construções de barragens. Seguindo a força e potência dos bordados, queremos expandir ainda mais as denúncias.
Conheça o projeto aqui no Brasil: http://arpilleras.wix.com/ofilme
quinta-feira, 9 de abril de 2015
“O que Lévi-Strauss deve aos Ameríndios”. Edson Matarezio (Brasil, 2013)
Já se encontra on-line na internet.
Pode ser assistido no link: www.vimeo.com/lisausp/levi-strauss
Com legendas em português e inglês.
SINOPSE:
O que Lévi-Strauss deve aos ameríndios? Por meio de entrevistas com alguns dos maiores especialistas na obra do mestre francês – alguns deles, inclusive, ex-alunos seus – este filme mostra como muitos dos conceitos fundamentais do estruturalismo lévi-straussiano tem suas raízes no mundo ameríndio, tanto quanto no pensamento ocidental. Menos do que cobrar uma dívida, trata-se de uma homenagem ao maior antropólogo de todos os tempos. Ao mesmo tempo em que, pela primeira vez, um antropólogo tornou a antropologia menos antropocêntrica, nos mostrou princípios éticos de pessoas que são compostas de suas relações com o mundo. Lévi-Strauss foi quem melhor revelou a sofisticação do “pensamento selvagem”, colocando-o para dialogar com a mais elaborada filosofia e ciências ocidentais.
Pode ser assistido no link: www.vimeo.com/lisausp/levi-strauss
Com legendas em português e inglês.
SINOPSE:
O que Lévi-Strauss deve aos ameríndios? Por meio de entrevistas com alguns dos maiores especialistas na obra do mestre francês – alguns deles, inclusive, ex-alunos seus – este filme mostra como muitos dos conceitos fundamentais do estruturalismo lévi-straussiano tem suas raízes no mundo ameríndio, tanto quanto no pensamento ocidental. Menos do que cobrar uma dívida, trata-se de uma homenagem ao maior antropólogo de todos os tempos. Ao mesmo tempo em que, pela primeira vez, um antropólogo tornou a antropologia menos antropocêntrica, nos mostrou princípios éticos de pessoas que são compostas de suas relações com o mundo. Lévi-Strauss foi quem melhor revelou a sofisticação do “pensamento selvagem”, colocando-o para dialogar com a mais elaborada filosofia e ciências ocidentais.
8° ENCONTRO DE CINEMA NEGRO BRASIL AFRICA & CARIBE
ENCONTRO DE CINEMA NEGRO BRASIL AFRICA & CARIBE - 8 EDIÇÃO - CICLO DE DEBATES, CINEMA E LITERATURA - A PRESENTANDO O PROJETO CORES DA ÁFRICA - 15 DE ABRIL DE 2015 - 10H:30MIN. - TEATRO ALCIONE ARAÚJO - BIBLIOTECA PARQUE ESTADUAL - AV. PRESIDENTE VARGAS, 1261 - CENTRO - RIO DE JANEIRO - RJ
IV Mostra Pajé de Filmes Indígenas
Cartaz IV Mostra Pajé de Filmes Indígenas
Criação: Jenifer Abad
Todos estão convidados!
Entrada gratuita.
24 filmes nacionais e internacionais distribuídos em 15 sessões ao longo de 5 dias. Três sessões por dia, a partir das 14 h, exceto sábado: 13 h.
Programação completa no blog da Pajé:
http:// paje-filmes.blogspot.com.br /2015/02/ programacao-iv-mostra-paje- de-filmes.html
Créditos IV Mostra Pajé
Local
Sesc Palladium, em Belo Horizonte
Data
De 22 a 26 de abril de 2015
Coordenação Geral
Charles Bicalho
Curadoria
Cassiano Maxakali, Charles Bicalho, Eliane Maxakali, Elisângela Maxakali, Isael Maxakali, Maísa Maxakali, Marcos Henrique Coelho, Sueli Maxakali.
Programação
Charles Bicalho, Marcos Henrique Coelho
Produção
Charles Bicalho, Cláudia Alves, Marcos Henrique Coelho
Realização
Pajé Filmes
Apoio
Sesc Palladium, Museu do Índio, Escola de Design da UEMG
Agradecimentos
Beverly Singer, Cláudia Alves, Chris Eyre, Dennis Doros (Milestone Film and Video), Edusp, Elena Guimarães (Museu do Índio), Gordon Bronitsky, Gringo Cardia, Jenifer Abad, Joanna Hearne, José Padilha, Juan Francisco Salazar, Lucia van Velthem, Luiza Dutra (Zazen Produções), Lux Vidal, Marcos Prado, Mesosfera, Milestone Film and Video, Museu do Índio, Pedro Portella, Povo Waiana, Rafael Ciccarini, Siomara Gomes Faria (Sesc Palladium), Ursula Rösele, Viviane Faria, Zazen Produções.
Pajé Filmes
http:// paje-filmes.blogspot.com.br /
Facebook: “Pajé Filmes”
Youtube: “Pajé Filmes”
pajefilmes@gmail.com
Criação: Jenifer Abad
Todos estão convidados!
Entrada gratuita.
24 filmes nacionais e internacionais distribuídos em 15 sessões ao longo de 5 dias. Três sessões por dia, a partir das 14 h, exceto sábado: 13 h.
Programação completa no blog da Pajé:
http://
Créditos IV Mostra Pajé
Local
Sesc Palladium, em Belo Horizonte
Data
De 22 a 26 de abril de 2015
Coordenação Geral
Charles Bicalho
Curadoria
Cassiano Maxakali, Charles Bicalho, Eliane Maxakali, Elisângela Maxakali, Isael Maxakali, Maísa Maxakali, Marcos Henrique Coelho, Sueli Maxakali.
Programação
Charles Bicalho, Marcos Henrique Coelho
Produção
Charles Bicalho, Cláudia Alves, Marcos Henrique Coelho
Realização
Pajé Filmes
Apoio
Sesc Palladium, Museu do Índio, Escola de Design da UEMG
Agradecimentos
Beverly Singer, Cláudia Alves, Chris Eyre, Dennis Doros (Milestone Film and Video), Edusp, Elena Guimarães (Museu do Índio), Gordon Bronitsky, Gringo Cardia, Jenifer Abad, Joanna Hearne, José Padilha, Juan Francisco Salazar, Lucia van Velthem, Luiza Dutra (Zazen Produções), Lux Vidal, Marcos Prado, Mesosfera, Milestone Film and Video, Museu do Índio, Pedro Portella, Povo Waiana, Rafael Ciccarini, Siomara Gomes Faria (Sesc Palladium), Ursula Rösele, Viviane Faria, Zazen Produções.
Pajé Filmes
http://
Facebook: “Pajé Filmes”
Youtube: “Pajé Filmes”
pajefilmes@gmail.com
segunda-feira, 6 de abril de 2015
Reza Urbana: O ofício das benzedeiras em Salvador, Bahia. Max Fonseca (Brasil, 2013)
domingo, 5 de abril de 2015
Divulgue suas idéias audiovisuais entre "Redes, trânsitos e resistências".
Chamada para
submissão de Produções Audiovisuais
Mostra
Audiovisual do VII ENABET,
"Redes,
trânsitos e resistências".
25 e 28 de maio
de 2015, Florianópolis, SC.
A Associação Brasileira de Etnomusicologia (ABET) e a comissão
organizadora do VII Encontro Nacional da ABET (VII ENABET) convidam estudantes,
professores e pesquisadores envolvidos com Etnomusicologia, Musicologia,
Antropologia da Arte, Estudos sobre dança e outras áreas que contemplam o
estudo da música sob perspectivas culturais, sociais, históricas,
político-educacionais, a submeterem suas produções audiovisuais para o VII
ENABET, que ocorrerá entre os dias 25 e 28 de maio de 2015 em
Florianópolis, SC. O tema do evento será "Redes, trânsitos e
resistências". Mais informações no site do evento http://www.enabet-2015. ufsc.br/
Normas
para submissão de vídeos
Os
filmes a serem encaminhadas ao VII Enabet poderão basear-se em reflexões de
cunho teórico e/ou de natureza etnográfica.
A
duração da produção audiovisual deverá ser de no máximo 20 minutos e na mostra
o apresentador contará com mais 10 minutos de discussão.
Todos
os filmes selecionadas devem contar a presença do responsável inscrito durante
a mostra, pois trata-se de uma mostra debate.
Para submeter
a proposta o filme deve estar disponível online.
O
proponente deve enviar a Ficha de inscrição na Mostra Audiovisual VII
ENABET (conforme modelo abaixo) para o email: oenningdasilva@gmail. com
Ao
fazer a inscrição no site do evento o proponente deve preencher o campo
"Título do trabalho" colocando "(Mostra audiovisual)"
a continuação do título.
Na
opção "Anexar trabalho" o proponente deve anexar a Ficha de
inscrição Mostra Audiovisual VII ENABET.
A Ficha
de inscrição na Mostra Audiovisual VII ENABET a ser enviada
por email e via site, deve ser um arquivo .doc ou .pdf e
deve conter os seguintes dados:
FICHA
DE INSCRIÇÃO MOSTRA AUDIOVISUAL VII ENABET.
Nome
do responsável; contato (email, fone, endereço) ; formação; vínculo
institucional.
Título
do filme; Link de acesso online.
Duração;
formato; Diretor; Produtor; Sinopse (em português); Fundamentação para o debate
na mostra (porque o filme é importante para a área do evento).
A
inscrição e o envio do filme em formato dvd, a ser enviado pelo correio, tem
prazo até o dia 13/04/2015.
Endereço
Postal:
Mostra
Audiovisual da VII Enabet
Aos
Cuidados de Rita de Cácia Oenning da Silva
Servidão
do Cravo Branco, 259
Campeche
– Florianópolis – SC - Brasil
CEP:
88063-522
A
resposta de aceite será enviada até o dia 05/05/2015.
Serão
aceitas produções em qualquer língua, desde que legendadas em português ou
espanhol.
Comissão
organizadora da Mostra Audiovisual
Rita
de Cácia Oenning da Silva
Izomar
Lacerda
***********
quarta-feira, 1 de abril de 2015
CHAMADA DE TRABALHOS - DESFAZENDO GÊNERO
GT37 - Gênero e Cinema: entre narrativas, políticas e poéticasCoordenadores: Marcos Aurélio da Silva (INCT Brasil Plural/UFMT); Paula Alves de Almeida (ENCE/IBGE); Luiz Gustavo Pereira de Souza Correia (PPGAS/UFS).
Resumo:
Pretende reunir pesquisadores e pesquisadoras que estudam as questões de gênero a partir de um olhar sobre o cinema, bem como aqueles que investigam a linguagem e a produção cinematográficas, a partir do campo das relações de gênero. Quais os lugares dos gêneros nos discursos cinematográficos? Como as sexualidades são apropriadas e negociadas nas produções cinematográficas? Se o cinema é um espaço de construção, crítica e reprodução, como o feminino e o masculino se posicionam e como são posicionados? Como são projetadas as sexualidades não hegemônicas em produções comerciais e independentes? Os estudos de cinema e a crítica feminista têm se colocado, desde os anos 70, diversas perguntas sobre o lugar da narrativa fílmica na constituição dos olhares sobre os gêneros e, mais recentemente, o discurso fílmico tem sido apropriado como forma de contestação e problematização dos discursos que buscam normatizar e domesticar as sexualidades. Este simpósio reunirá reflexões que tenham como eixo norteador as linguagens cinematográficas comerciais, independentes, alternativas, ficcionais e/ou documentais, como produtoras de significados que não apenas refletem as relações de gênero e sexualidade, mas que também constituem essas relações em processos contemporâneos de subjetivação. Se o cinema porta um discurso sobre as socialidades humanas, performando críticas, questionamentos, dúvidas e afirmando verdades, esse simpósio pretende reunir trabalhos que permitam entender o cinema como um espaço habitável por esses sujeitos que se constituem e são constituídos na linguagem cinematográfica. Também buscamos trabalhos que enfoquem produções audiovisuais, coletivos e/ou diretores, produtores e outros artistas que se utilizam da linguagem cinematográfica para desfazer ou desconstruir o gênero, oferecendo novos olhares para o cinema e para os sujeitos dessas produções. Quais são os desafios apresentados à teoria do cinema, aos estudos de gênero e sexualidade e às ciências humanas por novas cinematografias e pelos usos do cinema nas movimentações políticas e sociais?
Inscrições e infos: http://www.politicasdocus.com/index.php/noticias/item/417-abertas-as-inscricoes-de-trabalhos-para-serem-apresentados-no-ii-seminario-internacional-desfazendo-genero
Chamada de Trabalhos GT Antropologia do Cinema, REA/Abanne 2015
Estão abertas até o dia 5 de abril as inscrições para os Grupos de
Trabalho da V Reunião Equatorial de Antropologia (REA) e a VII Reunião
de Antropólogos do Norte e Nordeste (Abanne).
GT 08 - Antropologia do Cinema: entre narrativas, políticas e poéticas
Coordenadores: Luiz Gustavo Pereira de Souza Correia (UFRGS/UFS)
Marco Aurélio da Silva (UFSC/UFMT)
RESUMO:
Este Grupo de Trabalho pretende reunir pesquisadores que estudam as múltiplas relações entre Antropologia e Cinema. Em um mundo cada vez mais constituído por fluxos e contrafluxos de narrativas audiovisuais, objetiva-se discutir abordagens teórico-metodológicas de investigações que lançam mão de filmes - documentais e ficcionais - como objetos e/ou métodos de pesquisa. Trata-se, assim, de debater o cinema em suas várias dimensões, focando: 1) modos como o aparato audiovisual tem sido utilizado em investigações 2) articulações entre cinema, narrativas, memória e subjetividade; 3) representações e interpretações que as narrativas cinematográficas nos propõem sobre os mais diversos temas, como a relação natureza/cultura, o estatuto do humano/não-humano, de corpo, gênero, sexualidade, identidade, etc; 4) condições sociais de produção, circulação e recepção de narrativas em diferentes formatos e gêneros, considerando as diversas categorias que estruturam o campo cinematográfico. Em suma, propõe-se debater as potencialidades e os dilemas do olhar antropológico dirigido ao cinema, o diálogo entre narrativas cinematográficas e antropológicas e os desafios de empreender etnografias do/no cinema, no âmbito de estudos sobre a contemporaneidade e os novos procedimentos de construção de sentido.
Mais informações no site
do evento: http://www.reaabanne.com.br/
GT 08 - Antropologia do Cinema: entre narrativas, políticas e poéticas
Coordenadores: Luiz Gustavo Pereira de Souza Correia (UFRGS/UFS)
Marco Aurélio da Silva (UFSC/UFMT)
RESUMO:
Este Grupo de Trabalho pretende reunir pesquisadores que estudam as múltiplas relações entre Antropologia e Cinema. Em um mundo cada vez mais constituído por fluxos e contrafluxos de narrativas audiovisuais, objetiva-se discutir abordagens teórico-metodológicas de investigações que lançam mão de filmes - documentais e ficcionais - como objetos e/ou métodos de pesquisa. Trata-se, assim, de debater o cinema em suas várias dimensões, focando: 1) modos como o aparato audiovisual tem sido utilizado em investigações 2) articulações entre cinema, narrativas, memória e subjetividade; 3) representações e interpretações que as narrativas cinematográficas nos propõem sobre os mais diversos temas, como a relação natureza/cultura, o estatuto do humano/não-humano, de corpo, gênero, sexualidade, identidade, etc; 4) condições sociais de produção, circulação e recepção de narrativas em diferentes formatos e gêneros, considerando as diversas categorias que estruturam o campo cinematográfico. Em suma, propõe-se debater as potencialidades e os dilemas do olhar antropológico dirigido ao cinema, o diálogo entre narrativas cinematográficas e antropológicas e os desafios de empreender etnografias do/no cinema, no âmbito de estudos sobre a contemporaneidade e os novos procedimentos de construção de sentido.
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